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O que é Growth Hacking e como ele pode mudar meu negócio?

Growth  Hacking  é  um  conceito relativamente novo que nasceu no Vale  do Silício, que visa integrar as áreas de Marketing, Tecnologia e BI (Business Intelligence). O termo foi desenvolvido por Sean Ellis, que o define  resumidamente como:

“Growth Hacking é o marketing orientado a experimentos”

Mas por que Sean o define assim? Bem, o Growth Hacking trata de encontrar atalhos e gatilhos que devem ser explorados através de testes que possibilitam o crescimento acelerado da empresa. Como se trata de uma  expressão, não existe exatamente uma tradução para o português, mas literalmente falando, o termo seria algo como:

Growth: Crescimento.

Hacking:  Ato de encontrar e explorar atalhos.

O Growth está muito  ligado a investimento, testes e análises!

O Growth Hacking  tem má fama?

Por   ser  um   termo  que   ainda  não   é  amplamente  difundido,  muitas  pessoas associam automaticamente a ideia de Hackear, que é a “pirataria da web”.

A ideia  da pirataria cibernética é encontrar brechas no sistema para que o usuário possa se beneficiar. Apesar do Growth tratar de atalhos e gatilhos, ele não faz uso de técnicas antiéticas que visem burlar nenhum sistema.

Growth Hacking  é sobre perceber que meus clientes se comportam de uma  maneira específica através dos dados que extrai  das minhas análises de  inteligência de mercado (BI) e usar a tecnologia aliada ao marketing para  criar um novo canal de vendas com esses consumidores.

Através desse “novo canal de vendas” que eu encaro como atalho, torno  possível o crescimento da minha empresa.

Funil do Growth Hacking

Assim como existem os diferentes funis, como funil de vendas e funil de inbound marketing, existe o funil de Growth.

Também conhecido como “funil do pirata”, foi desenvolvido por Dave McClure que elencou 5 estágios:

1  – Aquisição  (Acquisition): É a primeira etapa do funil e engloba as práticas e estratégias para captação de clientes.

2  – Ativação   (Activation): Nesse  estágio, é necessário oferecer a primeira experiência positiva para o cliente.

3 – Retenção  (Retention): Essa etapa se trata literalmente de retenção de clientes, ou seja, deixá-los satisfeitos ao ponto que eles continuem consumindo seu produto.

4 – Receita (Revenue): Quando os clientes começam a gerar receita, ao invés de usarem versões gratuitas.

5 – Indicações (Referral):  É o grande objetivo das práticas de  Growth.  Quando o cliente torna-se não só mais um consumidor passivo de uma  marca, mas também a recomenda para amigos e conhecidos. Os  estágios do funil de Growth não são bem definidos e delimitados, diferente do funil de vendas, por exemplo. Para  alguns nichos de mercado e alguns produtos, a retenção e a receita são etapas indissociáveis.

O mais importante é conseguir analisar e entender os conceitos de cada um dos estágios e ver como eles podem ser aplicáveis ao seu negócio.

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Alfredo Galamba