JUVENTUDE DIGITAL

Caro leitor, talvez esteja esperando ler soluções, dicas ou críticas sobre o tema. Confesso, que pensei nisso! Todavia quero deixar, tal feita,   para outros pesquisadores, estudiosos do assunto. Meu objetivo aqui é fazer um simples questionamento: Que juventude é essa que decretamos digital? Para responder, retorno ao ano de 1976. No Ceará, surge uma grande composição que apresenta uma certa desilusão do indivíduo frente ao sistema social, político e econômico da sua época. O grande Belchior, de forma sublime, retrata, na letra da canção, a paixão pelo direito de viver, pelo amor e pelas amizades, o  convívio familiar e a esperança de um futuro melhor: “Como Nossos Pais”.

Eles venceram e o sinal está fechado para nós que somos jovens

A juventude digital não aceita ditadura, repressão, promessas, censuras, aflição e medo. Coisas que parecem não encontrarmos no “fantástico mundo digital”. Nele, impera a liberdade ou a grande ilusão de uma vida feliz. Apresento-me como quero ser. Mesmo estando só, sinto-me acompanhado, pois, tenho seguidores que não vejo, converso abertamente com estranho, e falo dos meus sentimentos.

Para abraçar meu irmão e beijar minha menina na rua, é o que se fez, o meu lábio e minha voz.

Por isso que as tradições religiosas e os regimes de opressão estão cada vez mais na falência. O mundo digital dá liberdade. Permite realizar ações básicas de expressões, sem que o indivíduo seja reprimido, perseguido e torturado.

Você me pergunta, pela minha paixão, digo que estou encantado com uma nova invenção. eu vou ficar nesta cidade, não vou voltar pro sertão. pois vejo vir vindo no vento cheiro de nova estação. eu sei de tudo na ferida viva do meu coração.

O interessante perceber é que sempre o indivíduo buscou melhorias, nesse caso, a música apresenta o sertanejo que foi para a cidade grande em busca de uma melhor qualidade de vida. E nos grandes centros urbanos é possível encontrar “uma nova invenção”.  Olhando para os anos 70, o indivíduo tinha esperança que dias melhores iriam vir. Pois, acontecimentos estavam surgindo para ficarem na história:

  • 21 de junho de 1970 – Brasil tri-campeão da Copa do Mundo de Futebol, realizada no México. 
  • 1972, são realizados os Jogos Olímpicos de Munique (República Federal da Alemanha).
  • 15 de novembro de 1971 – A Intel lança o primeiro microprocessador do mundo, o Intel 4004.
  • Em janeiro de 1972 é lançado o Odyssey 100, primeiro videogame do mundo
  • 1975 – A missão espacial Viking I explora o planeta Marte.
  • Em 1976 é fundada a empresa que seria a gigante da computação nas décadas seguinte: a Apple.
  • A televisão em cores começa a se tornar popular no final dos anos 70.
  • Margareth Thatcher torna-se, em 1976, a primeira mulher a ocupar o cargo de Primeira Ministra Britânica da história.
  • Março de 1970 – Depois de muito sucesso, acaba a banda de rock Beatles.
  • 16 de agosto de 1977 – Morre o rei do rock, Elvis Presley.
  • Desenhos que fizeram sucesso: Speed Racer, Pica-Pau, Pernalonga, Piu-Piu, Tom e Jerry, Gaguinho, Os Herculóides, Homem Pássaro e Popeye.

Já faz tempo, eu vi você na rua. Cabelo ao vento, gente jovem reunida. Na parede da memória essa lembrança é o quadro que dói mais.

Juventude escondida, conservadora, acovardados. Sem luta, rebeldia, em busca de seus direitos e ideais.  Juventude “digitadora”, segue nas redes sociais e não nas ruas. Tudo parece continuar sendo semelhante à mesma época de imposições e proibições.

Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.  

Será o fim?…

Daniel Alves Lima – Filósofo, educador,  e um apaixonado por educação. Seus assuntos de maior interesse são: Educação e Tecnologia, Empreendedorismos Digital

CURSOS E PROMOÇÕES EXPOLAB
Saiba de nossas próximas turmas: http://www.expolab.com.br/agenda
Conheça todas as áreas que  atuamos: http://www.expolab.com.br/areas_cursos
Vagas de emprego e estágio: http://www.expolab.com.br/vagas

Economia Criativa: quem é, onde vive e de que se alimenta?

Pensei em começar minha colaboração aqui no blog da Expolab falando um pouco sobre o segmento que a escola atua: a economia criativa. E onde ela está? Entre nós!

Já vivemos em um mundo em que a economia criativa é base de diversos projetos e iniciativas, e muitas vezes não sabemos do que se trata. Espero que este texto ajude e inspire!

Criatividade

A criatividade é definida no Dicionário Aurélio como:

1. Capacidade de criar, de inventar;

2. Qualidade de quem tem ideias originais, de quem é criativo;

3. Capacidade que o falante de uma língua tem de criar novos enunciados sem que os tenha ouvido ou dito anteriormente.

Além disso, já falamos por aqui sobre criatividade neste post. E se você não reparou, vivemos num momento de transformação, onde a criatividade permite que experimentemos, nos reinventemos e busquemos alternativas para nossa vida.

Entendendo o termo

O termo Economia Criativa foi definido pelo professor inglês John Howkins, no livro “The Creative Economy”. Na publicação, ele afirma que este segmento refere-se às atividades nas quais o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os recursos produtivos de ideias que geram valor econômico, para quem produz ou usa.

Por isso, o conceito relaciona-se à processos de criação, produção e distribuição de produtos e serviços.

Abertura para o novo

Atrelados a este tipo de economia, observa-se também uma quebra de padrões e abertura para recursos inovadores, que auxiliam no desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e menos focada no eu.

Vamos ser honestos, você já reparou na quantidade de gente que têm feito coisas boas, criado novas ideias, ajudado os outros e ainda gerado lucro com esses projetos?

Eu traduzo em números: foram R$ 155,6 bilhões de reais em 2015, de acordo com o “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”, publicado pela Firjan em dezembro de 2016.

E os segmentos?

Dentro da economia criativa, encontramos setores como design e moda, games, publicidade, inovação e desenvolvimento de novas tecnologias. De acordo com publicação da Revista Exame, ainda podem ser considerados como parte da economia criativa a arquitetura, design, gastronomia, a comunicação, o turismo cultural e a indústria do entretenimento.

Pernambuco

Temos a sorte de morar em um estado em efervescência em relação à economia criativa. Quer ver? O Porto Digital e as empresas incubadas naquele ambiente são um exemplo, a música e o cinema locais também, além da possibilidade de cursos na área  e até um mestrado profissional direcionado à Indústria Criativa são algumas das opções disponíveis em Pernambuco. Não há desculpas para ficar desatualizadxs!

Com tantas opções e modificações dentro do segmento, de que forma podemos inovar em nossa rotina e forma de vida?

EMPREENDEDORISMO: Oportunidade e negócios

Pode-se verificar as dificuldades que trabalhadores estão enfrentando ao procurarem emprego que lhes confiram estabilidade econômica. São indivíduos inseguros e frustrados com o mercado de trabalho, cada vez, mais exigente com opções de vagas que não se sabe durante quanto tempo restará (DORNELAS, 2001).

O mesmo teórico cita exemplos, como: a realidade atual através da procura de um emprego convencional pautado em salários que não atendam à realidade da função exercida, a opressão de patrões, os estabelecimentos de metas e horários rígidos que não se adequem ao contexto social no qual o trabalhador está inserido. Paralelo a isso, os números das vagas de emprego que raramente aparecerem, estão sendo operados por máquinas como produto de uma realidade de “arrocho” salarial que coloca o trabalhador em busca de sua subsistência.

Contudo, ainda afirma que esse mercado que dificulta a entrada de um indivíduo no cenário de empregabilidade é o mesmo mercado que dispõe de artifícios e oportunidades para que ele mesmo busque um negócio inovador e se torne um empreendedor, satisfazendo necessidades e desejos concomitantes à demanda, porém ofertando-a com produtos/serviços que inovem o modo como o mercado vem disponibilizando essas mesmas ofertas por meio de um contexto que a individualize, garantindo posicionamento no mercado conjuntamente a um diferencial competitivo, finaliza o teórico.

Percebe-se, então que, esse mesmo mercado que dá oportunidade para um empreendedor inovar ao oferecer serviços/produtos, ainda é um ambiente pouco explorado, tendo em vista o número de negócios que se tem à disposição que pouco ou nada se diferenciam um do outro (DORNELAS, 2010).

Segundo o autor, o mercado está carente de empresas que disponibilizem produtos/serviços que gerem diferencial competitivo por meio da inovação, pois a inovação é mais comum em termos de criar novos mercados.

Desse mercado inovador, no qual os empreendedores podem se inserir com um trabalho promissor, estão embasados conceitos que, de acordo com o pesquisador, o empreendedorismo passa a ser o resultado de experiências cumulativas de uma pessoa com habilidades criativas que são refletidas em capacidades individuais. O empreendedor é quem constrói um negócio com vistas ao lucro e ao crescimento, mostrando-se com um comportamento centrado em uma vertente inovadora, adotando uma postura estratégica, assinala o autor.

Para Dornelas (2001), a adequação de uma ideia, consonante a identificação de uma necessidade de mercado, atenderá à criação de oportunidades. Oportunidade visa algo viável para desenvolver com vistas a atender um público inserido em um mercado pouco explorado.

Para o teórico, independente da genialidade da ideia ou não, a oportunidade dependerá intrinsecamente do conhecimento do empreendedor em torno do mercado onde está atuando. O estudo de oportunidades é indispensável a sua viabilidade para, mais tarde, tornar-se um negócio de sucesso.

O desconhecimento refere-se às chances de o negócio não prosperar. Uma boa ideia contida em um contexto com pouco ou nenhum conhecimento de mercado pode zerar as possibilidades que uma ideia brilhante venha a oferecer inicialmente. Assim, ainda de acordo com Dornelas (2001), o empreendedor precisa manter a mente aberta para se submeter a novas experiências, pois qualquer fonte de informação serve como ponto de partida para novas ideias e identificação de oportunidades de mercado.

Para o mesmo teórico, a seleção da informação ao que realmente interessa é uma das barreiras que surgem. Comumente, escolhe-se o assunto de acordo com os próprios interesses sem levar em consideração oportunidades em potencial. Selecionar informações relevantes está relacionado à capacidade de o empreendedor mostrar-se sempre alerta a novas oportunidades. Manter-se atualizado aos mais diversos assuntos mesmo que não seja correspondente ao seu contexto social, ao seu negócio, ao seu assunto habitual e cotidiano, se faz mister.

Sem julgamento do conteúdo da informação, apenas observação despretensiosa, se virá a ser ou não objeto de uma boa oportunidade. Assim, a descoberta de uma oportunidade pode vir a surgir das mais diversas fontes de informações que circundam o empreendedor (DORNELAS, 2001).

Este autor destaca também a identificação de oportunidades que contribuem à mudança de foco a exemplos de empresas de petróleo que estão investindo pesadamente em negócio de gás ao encontrarem em maior quantidade em relação ao óleo, pois, ao contextualizarem seu negócio com a realidade e oportunidades presentes, buscaram nova estratégias e inovaram.

Identificada uma oportunidade baseada no estudo racional dentre as fontes a que se submeteu, o empreendedor, dotado de seu conhecimento e habilidade mercadológicos, realizará a adequação da oportunidade que possui para tornar viável sua implantação e receptividade no mercado, registrando e evidenciando o retorno financeiro investido, vantagens competitivas, transição de oportunidade para negócios, por exemplo. A avaliação destes critérios permitirá a conclusão se a escolha da ideia explorada é oportuna a ser aplicada, lapidada ou descartada, segundo destaca Dornelas (2001).

 

Referência:

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro-RJ: Campus, 2001.
 

5 dicas indispensáveis para montar um case de sucesso

Cases de sucesso (ou casos de sucesso) são histórias e trajetórias bem sucedidas que uma empresa ou profissional teve. É comum organizações e profissionais fazerem cases de seus melhores projetos a fim de tentar tangibilizar seu trabalho para poder apresentá-lo a novos clientes em palestras e outras ocasiões.

Mas afinal, o que é um case de sucesso?

Cases de sucesso (ou casos de sucesso) são histórias e trajetórias bem sucedidas que uma empresa ou profissional teve. É comum organizações e profissionais fazerem cases de seus melhores projetos a fim de tentar tangibilizar seu trabalho para poder apresentá-lo a novos clientes em palestras e outras ocasiões. Um bom case é importante para atrair novos clientes, gerar receita e aumentar o tráfego em seu blog ou site. Além disso, um case pode servir como referência para leitores que estão passando por algum problema terem acesso a uma trajetória bem sucedida. Então, pode-se dizer que ter bons cases de sucesso é essencial para empresas que desejam crescer. Aqui vão 5 dicas indispensáveis para montar um:

1. Faça do seu case uma história cativante.

Em mundo em que estamos sendo bombardeados com informações constantemente a melhor forma de cativar e atrair a atenção de alguém é utilizar a estratégia de Storytelling, que basicamente consiste em contar algo, como a história de uma empresa, através de uma narrativa. Está provado que a mente humana guarda mais informações quando elas integram uma história interessante com começo, meio e fim. Na hora de preparar os cases é importante coletar todo o material que seja relevante para as pessoas as quais vai apresentar o case futuramente. Comece separando gráficos, dados, informações quantitativas e qualitativas, datas, entrevistas, etc. Apenas tenha cuidado para não pôr toda essa informação em uma apresentação de Powerpoint se esquecendo da narrativa e transformando o case em algo monótono. Aqui vão três princípios básicos para tornar sua história marcante:

  1. Um começo estimulante: Comece sua narrativa com um título cativante e uma introdução irresístivel. Essas partes são essenciais para o sucesso do seu case, pois, o título tem a função de atrair o leitor para começar a ler e a introdução de prende-lo e o fazer ter vontade de ler até o final.
  2. No desenvolvimento vá logo ao ponto: Essa é a parte em que sua narrativa ganha força e não tem espaço para prolixidade. Aqui você deve descrever algumas estratégias, o caminho que foi percorrido e lembre, principalmente, que você deve causar algum impacto no leitor. É essencial ter em mente que você não está apenas expondo um projeto de sucesso que sua empresa teve mas também, contando uma história. Então não aja como se fosse um vendedor.
  3. Final voltado para ação: Toda boa história tem início, meio e fim. Não deixe um bom início e um desenvolvimento interessante serem estragados por um final monótono. A conclusão de um case deve ser instigante, em outras palavras: diga ao leitor o que ele deve fazer após a leitura para ele se sentir motivado a agir. Uma boa estratégia para não soar insistente é fazer perguntas simples sobre os problemas enfrentados pela sua empresa e que foram apresentados durante o case.

2. Se oriente pelo “Estilo de Estudo de Caso” de Steve Slaunwhite

Para um estudo de caso ter o impacto que deseja é imprescindível que ele seja bem estruturado. Não são todos os cases que são lançados que recebem a atenção esperada. Para atrair novos clientes através de um case de sucesso é importante fazer um material um pouco menos profissional e um pouco mais coloquial. Steve Slaunwhite, reconhecido autor de vários livros e estudos de caso, diz que as histórias mais irresistíveis são aquelas contadas do ponto de vista de um cliente satisfeito. Aqui vai a sequência de recomendações dele:

  1. Foque no cliente: O foco de um estudo de caso não é o profissional ou a empresa que executou o projeto, mas sim o cliente. Quem é o cliente?
  2. O desafio: Identifique detalhadamente o problema do seu cliente para começar a escrever o caso. O foco de um case de sucesso é auxiliar os leitores a resolverem e solucionar problemas. Qual o problema do cliente?
  3. Mostre sua jornada: Você deve fazer o leitor se reconhecer na história. Mostre um passo a passo, faça ele se ver em sua jornada. Ative a empatia. Qual foi o caminho que você trilhou?
  4. A descoberta: É necessário expôr o seu trabalho. Mostre a relevância da sua empresa através de histórias de sucesso e testemunhos. Mostre o resultado que seu cliente obteve com seu produto ou serviço. Como você ajudou o cliente a solucionar seu problema?
  5. A solução: Se no seu case de sucesso você seguiu as outras recomendações também é válido oferecer algo ao leitor. Ponha um botão CTA fazendo alguma oferta que esteja ligada ao case. Como fazer o leitor aderir seu produto/serviço.
  6. A implementação: Hora de ser sincero e honesto. Fale dos problemas que você ou seu cliente enfrentaram e como os superaram. Hora de ser transparente a respeito dos problemas.
  7. Resultado: Detalhe como sua empresa solucionou os problemas do cliente detalhadamente. Dessa vez com informações voltadas para dados.

3. Mostre exemplos claros do antes e do depois.

A estratégia de expor o antes e depois é muito utilizada por profissionais de fitness para credibilizar e legitimar seus produtos e dietas. Porém, também é muito útil para os profissionais de marketing que montam cases de sucesso. Destacar resultados é com certeza essencial para fazer um case receber a atenção desejada e o contraste entre o antes e o depois ressalta tais resultados.

4. Encontre o concorrente certo para expor no seu case.

Apresentar o perfil do seu concorrente pode ser uma boa maneira de mostrar como seu produto está no mercado e como ele é funcional. Caso você não saiba quem são seus concorrentes, visite o site SEMrush.com e insira a url do seu blog para poder analisar quais são. Para um cliente, se uma outra marca do mesmo segmento que a sua é funcional, a sua também pode ser em circunstâncias semelhantes. Aqui está um exemplo funcional em que uma marca utilizou seus concorrentes em um case.

5. Encontre a apresentação mais apropriada.

Cada empresa é única e proporciona uma experiência singular para o cliente, então as apresentações dos cases também devem ser. É possível utilizar qualquer meio que apresente o case de forma interessante. Pode ser uma apresentação direta, folders, vídeos corporativos, jingles de áudio ou qualquer outra forma de apresentação relacionada com a área de atuação da empresa. Se você tem conteúdo e boas histórias para contar, a apresentação de seu case será um sucesso.

Você já ouviu um podcast?

Por  Vinícius Lins

Você já ouviu um podcast? Podcast é uma espécie de programa de áudio (como rádio) online, onde semanalmente (na maioria das vezes) sai um programa de diversos gêneros, assuntos e abordagens.

Comecei a escutar podcasts por causa de um canal no youtube, na intenção de só absorver entretenimento e achar mais conteúdo sobre o canal em questão, não imaginava que poderia redescobrir todo um mundo de cultura.

O podcast é um nicho de mercado com grande potencial de publicidade, onde empresas podem achar e atingir seu público de maneira pessoal e direta, afinal o podcast é uma mídia bem esquecida pelas pessoas, sendo assim, quem o escuta realmente está atento às informações transmitidas e gosta do conteúdo apresentado.

Meu primeiro podcast foi o Nerdcast que está no ar a mais de 10 anos e segue como o podcast mais ouvido do Brasil. Como eles mesmos dizem, “onde a cultura pop vira piada“, mas não ache que são assuntos limitados sobre quadrinhos, filmes e jogos. Também envolve ciência, tecnologia, atualidades e MUITO conhecimento!

Desde então minha biblioteca de podcasts vem variando e aumentando. Hoje escuto por volta de onze podcasts, alguns semanais, alguns mensais e todos de assuntos variados, que vão desde entretenimento até política.

Se você busca uma coisa para se entreter no caminho de casa além de música ou a conversa dos outros no ônibus, os podcasts são  uma ótima oportunidade para aprender e se divertir.

Nos tópicos seguintes vou indicar alguns podcasts que podem lhe ajudar em desenvolvimento pessoal e acadêmico nas áreas de comunicação.

Braincast (sobre publicidade, criatividade)

Comunicação, cultura e mídia, são palavras que permeiam os assuntos abordados no Braincast. O Braincast é um podcast do site Brainstorm9 que explora a criatividade como assunto principal, levantando questionamentos necessários para o nosso mercado, o programa de áudio é composto por uma bancada de discussão diversa, com a mesma dinâmica de uma rádio AM, temos um vislumbre sobre o mercado da comunicação como um todo. Perfeito para os estudantes e o profissional que quer se manter informado das maiores inovações e discussões do mercado.

Mamilos (sobre polêmicas, política e pessoas)

Um podcasts fundamental para se manter informado sobre o que está rolando no mundo, permeando discussões sociais e fugindo do clichê argumentativo em que vemos na redes, o Mamilos conta com debates que sempre contam com os dois lados da conversa, onde há espaço para um debate limpo onde o aprendizado  sobre os pontos apresentados é o centro da conversa.

Código Aberto (entrevista, criatividade, publicidade)

Esse podcast consiste em entrevistar grandes profissionais de várias áreas da criatividade e comunicação, trazendo toda a sua trajetória e conselhos. Com poucos episódios já entrevistaram grandes nomes inspiradores para qualquer profissional que almeja seu lugar no mercado de trabalho.

Bilheteria (sobre cultura e entretenimento)

Esse é um dos meus preferidos, três jornalistas da área de games discutem e indicam filmes, peças e álbuns para seus ouvintes, um debate que conta com opiniões variadas e indicações de produtos culturais sobre os quais você nunca teria ouvido falar se não fosse através deles.

Bom, com esse apanhado de podcasts, você já vai saber por onde começar a entrar nesse mundo de informação e entretenimento.

CURSOS E PROMOÇÕES EXPOLAB
Saiba de nossas próximas turmas: http://www.expolab.com.br/agenda
Conheça todas as áreas que atuamos: http://www.expolab.com.br/areas_cursos
Vagas de emprego e estágio: http://www.expolab.com.br/vagas

Que danado é ser criativx?

Dom ou técnicas nos fazem ser criativo? Primeiramente, temos que querer sê-lo. Concordas?

É muito importante no ser humano a motivação, pois ela nos dá subsídios para que possamos ultrapassar obstáculos; e, irmos mais além, até onde não imaginaríamos chegar.
Há um ditado popular – que uso muito -, onde diz o seguinte: “O tempero da comida é a fome”. E são nas dificuldades que aumentamos nosso potencial. Nelas, a gente consegue realmente “espremer leite de pedra”. Sabes o por quê? Saímos de nossa famosa zona de conforto. A mente se torna mais criativa para conseguir atender as necessidades. Nem tudo que está na
prateleira faz bem ao coração. E para A Economia Criativa, Design, com todas suas vertentes, Marketing e Publicidade não é diferente. Mas não é mesmo!

Devemos ser ousados ao que faremos. Não basta trabalhar num Apple Mac high end e/ou ter os melhores programas instalados, se não soubermos em qual momento criar uma peça mais clean, outra mais over e voltada para o público-alvo correto, seja ele qual for.

Pequeno gafanhoto, observe a tudo que nos cerca; a leitura – até de bula de remédio -; como também assistir programas que não são do nosso agrado, mas pode ser de nossa clientela. O somatório disso tudo é válido para gerar conhecimento e ter referências.

O criativo não precisa saber de tudo e muito aprofundado, mas tem por obrigação conhecer um mar de informações, mesmo que tenha 5 cm de profundidade. Quem detém a informação hoje e sabe trabalhá-la, terá destaque; como também o mercado de trabalho é um espelho: ele somente reflete o que vê.

Vamos então nos mostrar da melhor forma?

Alfredo Galamba,
É professor por amor, idealizador da Expolab e torcedor do Íbis.

CURSOS E PROMOÇÕES EXPOLAB
Saiba de nossas próximas turmas: http://www.expolab.com.br/agenda
Conheça todas as áreas que atuamos: http://www.expolab.com.br/areas_cursos
Vagas de emprego e estágio: http://www.expolab.com.br/vagas

Os veículos de comunicação de massa podem morrer?

Os veículos de comunicação de massa fazem parte da vida de toda a sociedade. Mas será que eles são eternos?

Desde sempre o ser humano teve a necessidade de se comunicar. Comunicar-se é um ato político. Nos tempos mais remotos, os homens faziam pinturas rupestres, com o passar do tempo veio a língua, a escrita e em seguida os veículos de comunicação.

Um dos veículos mais antigos que se tem registro é o correio. Tanto que os egípcios os usavam para enviar documentos e cartas. Muitas vezes, o envio dessas mensagens era realizado por aves como corvos e pombos.

Existem dois tipos de veículos de comunicação:

> Individual: os meios que estão pautados em comunicação de pessoas para pessoas. Como por exemplo: a carta, o fax, ligação telefônica, etc.

> Massa: esses meios tem o intuito de comunicar para uma grande gama de pessoas de forma mais ampla e externa. Jornais, revistas, rádio, televisão e internet são considerados meios de massa.

Para a nossa discussão, daremos foco aos veículos de massa. Depois do jornal impresso, o primeiro deles foi o rádio. Ele nasceu oficialmente no Brasil no dia 7 de setembro de 1922, em comemoração ao centenário de independência do país.

O grande soberano

Em apenas dois anos, o rádio tinha se transformado no principal meio de comunicação no país. A primeira estação de rádio brasileira se chamava Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Daí surgiu a ideia de “Rádio Clube” ou “Rádio Sociedade”, em que os ouvintes eram associados e contribuiam com uma mensalidade para a manutenção da emissora.

Por muito tempo o rádio reinou como veículo de comunicação supremo sem grandes concorrentes. Existiam várias emissoras e as verbas de publicidade iam todas para anúncios dentro desse meio. Se gastava muito tempo criando conteúdos para ele, existiam radionovelas com audiências altíssimas.

O rádio já existia há décadas como meio essencial de comunicação. Até que em 1950 a televisão surge com força máxima.

A queda do rádio

Por 30 anos, o rádio tinha sido um veículo fundamental na sociedade e parecia que aquele reinado jamais teria fim. O boom da televisão que ocorreu nos anos 50 provou o contrário. Ainda nessa década milhares de pessoas ao redor do globo já tinham o eletrodoméstico. Foi o primeiro meio audiovisual da história da humanidade e isso mudou o mundo. Ela invadiu os lares de forma arrebatadora e rápida, os fiéis ouvintes do rádio foram se entregando a esse novo veículo de comunicação sem muita relutância.

A primeira emissora televisiva brasileira foi a Rede Tupi. Para a fazer bombar, o empresário Chateaubriand trouxe dos Estados Unidos cerca de 200 televisores e os espalhou por toda a cidade para fazer os olhos da população brilhar. Toda a cidade foi hipnotizada pelos sons e pelas cores que aquele eletrônico promovia.

E apesar da grande e ilustre fama da televisão, cedo ou tarde ela também seria desbancada. Surge, em 1990, a internet. No começo muito tímida ainda mas com o passar do tempo, vira o meio de comunicação soberano e faz os outros veículos comerem poeira.

No meio disso tudo, como ficou o rádio?

O Rádio hoje ainda é consumido por uma parcela de pessoas, definitivamente não tão expressiva como na década de 20. Ele teve de fato que se reinventar e mudar seus conteúdos. Um exemplo disso são as radionovelas, que hoje já não existem. A pessoas não consomem mais áudio como consumiam antes, atualmente não faz mais sentido acreditar que alguém vai passar minutos escutando uma história que se manifesta apenas por áudio.

José Carlos Araújo, locutor da Rádio Globo, diz em entrevista:

“O Rádio não morreu… Pelo contrário, ele foi encontrando novos rumos, sempre se modernizando no seu formato. Aposto que, com a chegada da era digital, e, conseqüentemente, com uma melhor qualidade de som, ele vai crescer mais ainda. Rádio, além de companheiro, é, também, um excelente prestador de serviço”

Mas até onde isso é verdade? É realmente possível um meio de comunicação de massa ter seu fim? Bem, até agora nenhum deles teve. Apesar disso, parece que a internet vai levar todos eles ao fim.

O fim dos veículos de massa

Não é nenhuma surpresa para ninguém que a televisão quase cometeu um homicídio contra um rádio. Mas e a televisão, ela tem esperança ainda contra a internet?

Atualmente, as emissoras se encontram em um momento difícil. Em fevereiro de 2017, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, mais de 95,1 mil de brasileiros deixaram de assinar TV paga.

Das grandes emissoras apenas a Oi e a Cabo demonstraram um crescimento e mesmo assim nada muito expressivo. Todas as outras, incluindo a SKY, que era uma das principais, apresentaram uma considerável perda de clientes num espaço curto de tempo.

Todos os estados estão com grandes taxas de cancelamento de assinaturas, principalmente no Nordeste, que lidera com os estados Sergipe, Bahia e Pernambuco. Segundo esse gráfico do Google Trends o volume de buscas por “Assinatura TV a cabo” no Google vem caindo drasticamente.

Já a Netflix se encontra em um contexto completamente diferente. No semestre que fechou em Julho de 2017, a marca superou 100 milhões de assinantes. A maioria deles de fora dos Estados Unidos, país que originalmente era seu mercado principal.

A forma de se consumir conteúdo mudou. O formato que as emissoras de televisão e de rádio entregam já não atende mais as necessidades do público. Caso as emissoras não se reinventem e mudem a forma que oferecem conteúdo, é bem possível que muitas cheguem a extinção.

A verdade é que na minha opinião, o que vai sobreviver não vão ser os meios, mas sim o conteúdo. O conteúdo audiovisual e o auditivo não vão deixar de existir, eles talvez apenas vão deixar de ser trafegados onde era originalmente seu lugar de reprodução.

CURSOS E PROMOÇÕES EXPOLAB

Saiba de nossas próximas turmas: http://www.expolab.com.br/agenda
Conheça todas as áreas que atuamos: http://www.expolab.com.br/areas_cursos
Vagas de emprego e estágio: http://www.expolab.com.br/vagas

Vaga de estágio – Designer

A Kommu Comunicação Inteligente está com vaga de estágio em Recife para Designer. Se você é criativo, desenrolado e ligado em redes sociais, manda seu CV + portfólio para rh@kommu.com.br. É necessário ter conhecimento nas ferramentas Adobe Photoshop e Illustrator, na plataforma Mac OS X, ser criativo, organizado, pontual e que tenha facilidade com trabalho em equipe.

Experiência em criação para mídias sociais será um diferencial.

Vaga para Home Office – Edição de Vídeo

 

Atenção editores!

A DG click está contratando editores de vídeo, que utilizem o Adobe Premiere, After Effects e Photoshop. A vaga é para trabalhar Home Office. Os portfólios devem ser enviados para contato.dgclick@gmail.com