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Vincent, acho que te entendemos!

Loving, Vincent ou Com Amor Van Gogh

Esse filme me chamou atenção logo que chegou a meu círculo de informação, um filme todo pintado à mão? De fato curioso, uma experiência única. Foi então que em um sábado à noite, de uma semana conturbada, que consegui uma “copia” do filme para ver, um longa de 1h30 completamente envolvente e emocionante, uma história que não poderia ser contada de outra forma.

Além da experiência maravilhosa que é ver um filme no qual foi feito com pinturas no traço do Van Gogh, nós vemos a história de um homem que buscando a aprovação dos seus pais tentou se encaixar em tudo quanto era emprego, trabalhando em inúmeros locais, e nunca sendo bom em nenhum deles. Foi então que com apoio seu amado irmão Theo Van Gogh, que ele começou a sua carreia de artista, indo diretamente para o berço da arte, Paris.  Descobrimos logo, que o gênio por trás das grandes obras, começou a pintar muito velho para um pintor, em torno dos seus 27 anos de idade.

Se você não faz ideia de quem foi Van Gogh, conheça por relatos de pessoas próximas quem foi o homem sensível por trás das grandes obras, um manifesto emocionante e tocante sobre arte, sobre um homem que era um zé ninguém aos seus próprios olhos e que se tornou o pai da arte moderna.

Fonte: IMDB

A sensibilidade de Vincent é demonstrada em todo o filme, que apesar de ser muitas vezes julgado mal por seu jeito de se portar e agir, era um homem que sentia um peso na sua existência, que sabia que não seria entendido por ninguém a não ser através da sua arte, dos seus quadros tocantes e cheios de profundidade.

O filme retrata a jornada de um personagem da vida de Van Gogh, no qual foi modelo para alguns de seus quadros, Armand Roulin, que dois anos depois da morte do artista, foi entregar uma carta para o seu irmão Theo. Sobre a ótica desse personagem vemos uma jornada de busca indireta pela vida do mito.

Fonte: IMDB

Através de flashbacks de conversas, e poucos diálogo do pintor, nós vamos tentando entender o que levou ao seu triste suicídio, mostrando a complexidade do personagem através das suas particularidades, vemos poucas vezes rosto de Van Gogh, mas ele está presente em todo o filme.

Um filme inovador que cria um marco na história do cinema com a sua textura, que foi feita por mais de 100 artistas, mostra a jornada triste e melancólica do gênio que não viu o reconhecimento do seu trabalho. Foi dirigido pela dupla Dorota Kobiela e Hugh Welchman que atingiram ponto certo em todo o filme.

Fonte: IMDB

No fim, o longa não nos traz nenhum tipo de solução sobre os mistérios que cercaram a vida do pintor como; o porquê do controverso suicídio, ou os muitos porquês que são apresentados no filme, mas nos mostra o homem que teve uma vida difícil por ter uma sensibilidade além do normal, onde conseguia captar todo os seus sentimentos através de suas telas.

O filme que me impactou muito e me encheu de inspiração e sentimentos, para ser visto com o coração.

Vincent, acho que te entendemos!

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Vinicius Lins