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Economia Criativa: quem é, onde vive e de que se alimenta?

Pensei em começar minha colaboração aqui no blog da Expolab falando um pouco sobre este segmento que a escola atua: a economia criativa. E onde ela está? Entre nós! Já vivemos em um mundo em que a economia criativa é base de diversos projetos e iniciativas, e muitas vezes não sabemos do que se trata. Espero que este texto ajude e inspire!

Criatividade

A criatividade é definida no Dicionário Aurélio como: 1. Capacidade de criar, de inventar; 2. Qualidade de quem tem ideias originais, de quem é criativo; 3. Capacidade que o falante de uma língua tem de criar novos enunciados sem que os tenha ouvido ou dito anteriormente. E se você não reparou, vivemos num momento de transformação, onde a criatividade permite que experimentemos, nos reinventemos e busquemos saídas.

Entendendo o termo
O termo Economia Criativa foi definido pelo professor inglês John Howkins, no livro “The Creative Economy”. Nesta publicação, ele afirma que este segmento refere-se às atividades nas quais o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os recursos produtivos de ideias que geram valor econômico, para quem produz ou usa. Por isso, o conceito relaciona-se à processos de criação, produção e distribuição de produtos e serviços.

Abertura para o novo

Atrelados a este tipo de economia, em pleno vapor no século XXI, observa-se também uma quebra de padrões e abertura para recursos inovadores, que auxiliam no desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e menos focada no eu.
Vamos ser honestos, você já reparou na quantidade de gente que têm feito coisas boas, criado novas ideias, ajudado os outros e ainda gerado lucro com suas ideias? Eu traduzo em números: foram R$ 155,6 bilhões de reais em 2015, de acordo com o “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”, publicado pela Firjan em dezembro de 2016.

E os segmentos?

Dentro da economia criativa, encontramos setores como design e moda, games, publicidade, inovação e desenvolvimento de novas tecnologias. De acordo com publicação da Revista Exame, ainda podem ser considerados como parte da economia criativa a arquitetura, design, gastronomia, a comunicação, o turismo cultural e a indústria do entretenimento.

Pernambuco

Temos a sorte de morar em um estado em efervescência em relação à economia criativa. Quer ver? O Porto Digital e as empresas incubadas naquele ambiente são um exemplo, a música e o cinema locais também, além de cursos na área até um mestrado profissional direcionado à Indústria Criativa são algumas das opções disponíveis em Pernambuco. Não há desculpas para ficar desatualizad@s! E aí, o que será que vem de novidade neste segmento?

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