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Empreendedorismo, publicidade e criatividade: processo criativo nas organizações

 

O empreendedorismo é um recurso que permite o gerenciamento de negócios que visem a prática de uma gestão que inove e busque alternativas que a diferencie e ganhe, com isso, notoriedade ao ser comparada com outro(a) que possua o mesmo segmento. Pautado em uma estratégia que gere diferencial competitivo, uma das alternativas que podem auxiliar no crescimento de uma microempresa é a adoção de um método que “enxergue” as dificuldades do mercado de modo inovador, encontrando uma resolução que destoa de todas as estratégias existentes, conferindo posicionamento ao negócio, destacando-se no mercado através do reconhecimento que será dado por meio da postura do modo como o microempreendedor enxergará sua posição no contexto empresarial (DORNELAS, 2001).

Um dos posicionamento adotados para visibilizar o que microempresários ofertam é a massificação de informações para atingir o maior número de clientes potenciais. Dessa característica, o que é ofertado necessariamente precisa ser direcionado ao target, ou seja, torná-lo público, publicizá-lo. Daí, chegamos a noção teórica de um dos fundamentos desta ferramenta que se encontra disponível para auxiliar nesta ida de encontro ao mundo dos negócios.

A grosso modo, a publicidade nasce para que se divulgue a alguém que possui algo a oferecer. Empreendimentos, instituições possuem a necessidade vital em prestar serviços ou disponibilizar produtos, levando-os adiante. Cada empresa posiciona-se de modo a oferecer satisfação através do convencimento, fazendo com que cliente chegue à conclusão através da adequação à necessidade.

Chega um momento na vida de qualquer empresário iniciante em que não dá mais para ficar escondido, fazendo-de-conta-que-não-sei, um momento em que não dá mais para vender seu peixe só na vizinhança. Chega a hora de dizer ‘êta-mundo-véio-sem-porteira’, aproveitar que não tem mesmo porteira e cair no mundo veio para se descobrir um mundo novo para seus negócios.

O microempreendedor, ao adentrar no mercado competitivo, sente as primeiras dificuldades ao abrir um negócio: falta de conhecimento teórico, capital de giro, concorrentes diretos e indiretos entre tantos outros (SOUZA, 2000). Uma das posturas que podem adotadas a essas dificuldades iniciais trata-se dessa

aproximação conceitual entre as áreas de empreendedorismo e criatividade permite que se pense na possibilidade de explorar de forma empírica como estes fenômenos podem estar associados na prática empreendedora. A existência de instrumentos que mensuram a liderança criativa e o potencial empreendedor torna esta tarefa mais fácil (SOUZA, 2000, p. 202).

 

Ainda a despeito desse conceito, revela-se a criatividade como destaque ao fazer parte do ramo empresarial sobretudo em estudos sobre empreendedorismo. Somando-se a isso, ainda pode-se enfatizar que,

atualmente, o empreendedor tem cada vez mais utilizado a criatividade na gestão de seus negócios. Grande parte desta tendência tem-se atribuído ao mercado consumidor, que se torna cada vez mais competitivo, onde os antigos conceitos não são capazes de se sustentar. A regra agora é inovar constantemente (SOUZA, 2000, p. 203).

 

Tais pontos unem o conceito e interdependências entre empreendedorismo e criatividade devido à importância e à sobrevivência a longo prazo das organizações. Sob esse ponto de vista, podemos adicionar que “a criatividade não só faz parte da atividade empreendedora como também é um elemento essencial, sem o qual, não seria possível a atividade” (SOUZA, 2000, p.45).

Dessa maneira, empreendedores contribuem para a criação de uma fonte que engrandece o mercado de negócios criativos do país, maximizando ofertas que se adequem à demanda em necessidade e desejos por meio da criatividade como um dos fatores que contribuirá à alta rotatividade que o mercado exige, mas permite uma atuação diferenciada (SOUZA, 2000).

Face às características acima especificadas, o empreendedor ainda possui a sua disposição outra importante ferramenta destinada à criação de estratégias que norteiam necessidades iniciais de microempresa bem como sua manutenção dentro do mercado e futuro empresarial. Segundo essa premissa, dessa maneira, empreendedores contribuem para a criação de uma fonte que engrandece o mercado de negócios criativos no país.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro-RJ: Campus, 2001;

SOUZA, César. Reinvente su

Empreendedorismo

a carreira como um negócio Intermanagers.
Internet: http://www.intermanagers.com.br, junho 2000;

 

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Kamila Crispina

Kamila Crispina

Caruaruense formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade & Propaganda pela Universidade Católica de Pernambuco. Residente em Recife há 4 anos, dedica-se a estudos sobre consultoria de negócios, empreendedorismo e redação publicitária.