Temas, fatos ou símbolos culturais em direção de arte.

 

  O diretor de arte deve ter um olhar crítico, com ar de curiosidade. Sua função nada mais é do que a de um bom curador, que busca por referências e tenta associar umas às outras compondo uma modesta sinfonia que soluciona os mais diversos problemas de comunicação apresentados.

  Quanto maior a bagagem de referências, mais facilidade em maestrar essa delicada ópera também conhecida como publicidade. Mas afinal, o que seria esta bendita referência a qual me refiro? Senhores, aumentem o volume do bolero de Ravel em seus fones de ouvido e ateiem quando vos digo, tudo. Tudo mesmo. Desde uma boa história que seu avô lhe conte de seu tempo, até uma simples caneta que você viu alguém usando. Tudo é referência. E tudo, mais tarde, vai contar na hora em que todos os músicos estiverem esperando o seu comando, ok? Mas qual tema, fato ou símbolo cultural usar, isso vai depender de cada momento específico e de cada peça, mas quando se tem uma boa bagagem de instrumentos, escolher aquele que fará a diferença no ouvido da plateia é algo que acontece naturalmente, é ler o que o público-alvo precisa e entender quais instrumentos estão mais adequados com o repertório e crenças culturais dele.

  Em suma, anote tudo, ande com um caderno de anotações no bolso e anote qualquer coisa que chame sua atenção, seja mais observador e pouco a pouco vá aumentando sua bagagem e, por consequência, tendo mais facilidade com criação e se destacando no mercado.

por Vinícius Cavalcanti
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