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Queremos novos valores além de um salário

“Já não se trata mais de salário ou cargo: o jogo virou no mundo do trabalho”, é o nome do artigo que li e que inspira este texto, escrito após refletir sobre o tema. Deixarei o link aqui para quem quiser consultar na íntegra, e por aqui desenvolvo alguns pontos.

A insatisfação geral

Basta conversarmos com pessoas próximas e te garanto que, parte das respostas das pessoas será algo como “estou trabalhando, mas…“, não é verdade? Esse mas têm sido frequente mesmo entre as pessoas que trabalham ou possuem uma posição fixa, pois aparentam não estarem completamente satisfeitas no local que se encontram. Por isso, seguem enviando seus currículos em busca de oportunidades que lhe tragam aquele algo mais.

E o que é o mais que pesa num emprego?

Salário? Um bom pagamento e benefícios são atrativos, mas, diferente de outras gerações, alguns valores mudaram. O salário pode não ser a coisa mais importante a se considerar. Fazer parte de algo maior, valorização dos profissionais, integrá-los à empresa e oferecer flexibilidade para que ele tenha mais conforto e seu processo criativo seja estimulado.

Vamos pensar em empresas que se preocupam com questões socioambientais e com a cultura de sua própria marca, fazendo com que seus colaboradores se integrem. É como o ditado que fala algo como “trabalhe com o que gosta e você não precisará trabalhar na vida“. Deixo alguns links para vocês se inspirarem: aqui e aqui.

O trabalho do futuro: quando virá?

A pergunta não é “quando ele virá?”, é na verdade uma afirmação: o trabalho do futuro já é, em tempo presente do indicativo. Lembro que já comentei no blog até do ponto de vista profissional sobre como se preparar para ser parte desta mudança, porém, e isto é válido para as companhias também!

Online 24h e atentos a tudo: eis os millenials

Sim, este grupo de nascidos por volta da década de 2000, ou também subintitulado de Geração Z, possui características próprias, sendo uma das mais fortes a conexão 24h com internet e as mídias digitais sociais, e possuem pensamentos distintos sobre carreira em relação a seus pais, por exemplo.

Este grupo chega ao mercado de trabalho e depara-se com empresas extremamente rigorosas ou com uma cultura inflexível. Estas instituições batem de frente com ideias colaborativas sobre trabalho,  liberdade e dinamismo. Fica complicado sentir-se parte disto tudo, verdade?

Evoluir e refletir nossos valores

Esse ponto nos faz retomar o início do texto e as críticas que escutamos, mesmo daqueles que já trabalham. Lembrando que não me refiro a 100% das pessoas ou empresas. Mas deixo perguntas: O que realmente te faz feliz em um trabalho? Como você poderia colaborar com uma empresa para mudar valores? O que é preciso mudar?

Alfredo Galamba

One thought on “Queremos novos valores além de um salário

  • 25/01/2018 at 12:17
    Permalink

    Meu sendo criativo oxigena completamente quando consigo sair do âmbito da empresa quando consigo estar um pouco mais com meu filho, quando consigo sentir prazer. As empresas não querem pessoas felizes, isso é tudo mentira. Querem pessoas birras e obedientes.

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