Não somos algoritmos 2

Estamos na era da informação, não há como negar e tentar fugir das ferramentas que esta era trouxe e cria a cada dia. Big data, ciência dos dados, inteligência artificial. Por traz de tudo isto existem dados. A cada milissegundo a web, os softwares empresarias e plataformas que conectam pessoas juntam milhões de dados. Como alguns dizem, a internet das coisas.

Vamos falar um pouco dessa técnica e de como estamos incluídos nela. E garanto, só falar de nós e inteligência artificial, teríamos que escrever um blog, mas o intuito aqui é dar uma visão holística sobre a área, seja para interesse profissional e acadêmico ou para curiosidade.

“Não se pode tirar nada da Internet. É como tentar tirar “xixi” numa piscina.” – Joe Rogan.

Estes dados são transformados em informação e conteúdo, onde profissionais, como o cientista de dados, utiliza-se de técnicas para transformar todos esses dados em informação pra você e pra mim, usuários de tecnologia. Qual o objetivo? Viver mais e melhor, relacionamento entre empresas e clientes, buscando vida ET, soluções para mudanças climáticas, entre outras milhões de aplicações. Assim as equipes e times formadas por cientistas de dados, profissionais de marketing, engenheiros de software e outras áreas, fazem dessa área tão desconhecida algo tão fascinante, indispensável e difícil de viver no mundo sem pisar nesta terra, utilizando várias ferramentas, como Buzz Monitoring, Search, Analytics, affiliate, display, customer value, etc.

Falando de nós, tudo que você faz gera dados. Sua compra no mercado, sua entrada no estacionamento do Shopping, sua compra do pãozinho da tarde, quando entra nas redes sociais ou utiliza a web, etc, etc etc. Existem livros que mostram o quanto os algoritmos estão em nossas vidas, como o caso do livro “Rápido e Devagar: Duas formas de penas – Daniel Kahneman”, que mostra como o exército de Israel utilizou e utiliza algoritmos para escolha de bons soldados. O livro mostra o quão confiável a AI é, pois ela parte das decisões humanas, porém matematicamente melhorada. Tratando-se de programação, atualmente se usa um termo que nada mais é que a evolução dos códigos para a forma humana de pensar e agir, sendo o POO (Programação Orientada a Objetos) responsável por isso. Com esta técnica, reafirma que estamos evoluindo máquinas para agirem como nós, o que pode ser discutido se é positivo ou negativo.

Fazendo a junção das técnicas de Daniel Kahneman e das técnicas de POO, fica claro o quanto a tecnologia está evoluindo. O livro exemplifica as situações da vida em chamados “Sistema 1” e “Sistema 2”, sendo um que segue o instinto e o outro é racional e a POO traz novos rumos e sensações para tudo aquilo que estamos interagindo diariamente.

Não se queixe, viva este momento, pesquise a respeito e quando precisar tenha dados… ops, informações suficientes para debater, pois se pretende trabalhar ou trabalha com marketing, tecnologia e gestão, terá ou já teve a chance de discorrer sobre o assunto e isso pode economizar tempo e dinheiro para você e sua empresa.

 

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