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EMPREENDEDORISMO E FATURAMENTO EM E-COMMERCE

Segundo dados divulgados pela Ebit, principal relatório sobre o setor do e-commerce no Brasil, destacou-se um aumento de 31% dos consumidores virtuais no período de janeiro-junho de 2015. As vendas no e-commerce cresceram 5,2% neste semestre com faturamento de R$19,6 bilhões. Itens de compras realizadas como, por exemplo: smatphonese tablets representaram 18,8% nas vendas no referido semestre; em junho, chegou a 23%, destaca o site.

Conforme a mesma fonte, diversos são os fatores que influenciaram a ascensão do crescimento movidos pelos sites de venda na internet. Destaca-se maior participação das classes A e B em vendas de categorias de produtos de maior valor, como eletrodomésticos e forte crescimento das vendas de telefonia móvel, com aumento positivo de 31% de consumidores virtuais ativos que realizaram, pelo menos, uma compra durante o primeiro semestre de 2016, atingindo a marca de 23,1 milhões de usuários, evidencia a fonte.

A estimativa de vendas, ainda segundo Ebit, o faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento de 8% referente a 2015. O número de pedidos na internet poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, foi-se indagado questões que perguntava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, responsável pela marca de 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%), Esporte e Lazer (11%).

No gráfico abaixo, referente à pesquisa realizada pelo SEBRAE, o líder de segmento por setor investido é o ramo da moda considerado o de maior procura e páginas disponibilizadas, com 30%.

 

Conforme dados obtidos pela página do Ebit, questionados sobre os fatores que foram responsáveis pela decisão de compra, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os critérios que mais levaram em consideração no momento de decisão.

Ainda segundo fonte do site, analisando o item líder em vendas, verificou-se que, em média, as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão e adquirir algum celular/smartphone. Dos consumidores abordados que procuram por este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de efetivar a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

De acordo com a fonte acima citada, com o aumento de desempregados, houve enfraquecimento das compras feitas pela classe C, queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior, 2015. Foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outra perspectiva, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Para o Ebit, em 2016, verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) ganhou a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), respectivamente.

 

Acima, pode-se verificar, por meio de um comparativo e como já foi apontado anteriormente, que o segmento do setor da moda tanto esteve presente no ano de 2015 como manteve-se e permanece como item de maior procura este ano.

Dados disponível no Ebit, conferem que, em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber que houve uma evolução significativa e gradativa nos últimos meses. Uma das causas responsáveis foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Em dezembro do ano passado, o índice caiu e logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

O Estado de São Paulo é a referência do maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. No primeiro trimestre de 2016, chegou a R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomércioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers. A perspectiva dessas entidades é de crescimento nas vendas do varejo geral com os investimentos e reaquecimento da economia e, consequentemente, maior confiança do consumidor. Datas como Black Friday e Natal, deverão colaborar com um melhor aproveitamento do setor permitindo com que o ano termine melhor do que começou, aponta a página.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

<http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/estudos_pesquisas/outros-estudosdestaque18,c61af925817b3410VgnVCM2000003c74010aRCRD>. Acesso em 20/02/2018

<www.ebit.com.br>. Acesso em 21/10/2016

 

 

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Kamila Crispina

Kamila Crispina

Caruaruense formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade & Propaganda pela Universidade Católica de Pernambuco. Residente em Recife há 4 anos, dedica-se a estudos sobre consultoria de negócios, empreendedorismo e redação publicitária.