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Design Digital e o novo mundo

Quando a gente tá de boa navegando na web, ou mesmo assistindo um daqueles VTs animados falando de algum produto novo, estamos interagindo diretamente com o Design Digital. Nesse instante, aqui, lendo esse artigo, inclusive, está acontecendo um consumo indireto de Design Digital. Interface, inclusive, é uma das expressões marcantes nesse campo e as novidades do pós modernismo nos têm trazido considerações e aberturas inovadoras com relação a grandes áreas de estudo, como é o caso do design como um todo.

Design Digital enquanto campo profissional, já é considerado uma ramificação especializada do Design, com alguns direcionamentos dentro deste, como Design de Interação, Motion / animação digital, Web Design, UI/UX e basicamente, as áreas do Design que tratam do campo Online, ou Design de telas. O novo mundo corrobora esse consumo e metodologia de trabalhar o Design, buscando especificidades para o campo digital.

O bom é saber que para o profissional que segue nessa direção do digital, áreas para atuação é o que não falta. Como Publicidade, Produtoras de Vídeo, Desenvolvimento Web / Softwares, jogos, Mobile, enfim. Estando apto, o campo mercadológico oferece inúmeras oportunidades. Inclusive para novidades que estão surgindo, exigindo que profissionais especializados no campo ON assumam o controle da questão.

Com relação a aplicação do Design Digital, é importante saber que numa interface, por exemplo, tudo existe por um propósito, por uma função. Não rola mais aquele vício de alguns anos atrás de usar algo em um site porque “ficou bonitinho”. É necessária uma otimização do espaço tempo. Ou seja, o que tá na tela é relevante realmente? Tem uma função, finalidade? Além disso, é esteticamente viável e leva em conta a correria cotidiana? Essa última questão não é uma regra a ser seguida a todo custo, visto que tem situações que o tempo pode ser digerido com mais calma, mas tendo em vista as tendências de consumo do mundo tech, a ideia é desenvolver conteúdo que possa ser digerido de forma mais rápida e, consequentemente, o mais inteligível possível. A ideia é que, o que acontece no layout, aconteça a partir de uma mesma ideia. Em outras palavras, que os elementos dialoguem coerentemente entre si. Inclusive, é o que diz o Luli Radfahrer (2008) sobre a questão.

Questões como Usabilidade, interação, experiência do usuário e legibilidade tátil são assuntos ligados à produção de Design Digital. O produto digital busca atender as vivências do novo mundo de forma mais prática e sensorial possível. Portanto, inovação nesse campo também é bem vinda e não fazer mais do mesmo é sair na frente num ambiente onde se tem a sensação de que “tudo já foi inventado”. O profissional da área Digital precisa estar ainda mais ligado à originalidade e inovação, a fim de não ser apenas mais um designer de telas. E uma dica legal para seguir esse conceito é consumir conteúdo de livros, sites, blogs, portais de Economia Criativa, participar de eventos da área, cursos especializados na questão, e nas áreas adjacentes, ligadas ao campo do Design, bem como ingerir conteúdo intelectual de qualidade, priorizando o tempo por coisas que agreguem mais conhecimento. Design Digital é algo já vivenciado junto ao Design como um todo, mas o Digital tem ganhado força e se destacando ainda mais, por isso um estudo mais aprofundado a respeito e investimento nesse campo é essencial par quem quer ser um profissional respeitado no novo mundo do Digital.

Por hoje é isso. Graça, paz e um copo de suco!

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Eric Frantto