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Desenhando uma ideia

Você já deve ter ouvido falar ou visto algum vídeo com título Draw My Life. As empresas também têm trabalhado com a técnica do Storytelling para contar as suas histórias de negócio. Além da facilitação gráfica na sistematização de conteúdo, projetos ou propostas, o Pensamento Visual. Todas são formas visuais de mostrar uma ideia, em geral através do desenho. O objetivo é trabalhar a linguagem visual e o seu poder de síntese, junto com o uso de metáforas para expressar o pensamento sobre um determinado tema ou assunto. Assim, transformar ou facilitar a produtividade em grupo e o alcance da mensagem, além de envolver e integrar a todos para o objetivo desenhado, literalmente.

1ª fase do Pensamento visual [by Dan Roam]

Livros como The back of the napkin [Desenhando Negócios], de Dan Roam, ou o Reuniões Visuais, de David Sibbet, discutem a técnica do pensamento visual e apresentam algumas teorias sobre o assunto.

Transformar o pensamento visual em um vídeo ou animação, como no  storytelling, já é algo além disso e envolve outras técnicas e conhecimentos do universo do cinema, na elaboração de um roteiro, por exemplo.

Mas vai do gosto do cliente, do projeto ou do criador a escolha do tipo de apresentação visual desejada.

Como bem diz o ditado: “uma imagem vale mais que 1000 palavras”.

Na área da comunicação publicitária jornalística ou televisual,  imagem é muito importante. É claro, exige técnica e estudo na sua construção e apresentação. Nesta linha de estudo, temos teorias como Semiótica, Gestalt e Alfabetismo Visual de Donis Dondis, além de muitos outros autores, que trabalham já há algum tempo os elementos, a organização e interpretação da estética visual.

É inspirador ver o resultado de todo esse estudo expresso de uma forma tão dinâmica, tornando clara e objetiva a apresentação de algo que talvez em palavras não fosse possível alcançar o esclarecimento desejado. Para isso, Dan Roam, considera regras de ouro, pensar de forma simples, ilustrar as ideias para poder descrevê-las de forma visual.

E a velha expressão: “Não entendeu ou quer que eu desenhe!?“, muda seu sentido quase grosseiro de um discurso sem paciência, para uma pedagogia mais lúdica e interativa que exige do autor uma empatia e um profundo conhecimento sobre o que quer dizer e para quem vai dizer.

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