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Startups transformando o modelo de negócio tradicional

Com o advento dos Millennials,  notamos que várias mudanças estão acontecendo em âmbitos diversos da sociedade. Porém, é no mercado de trabalho e nas organizações, que vemos uma alteração substancial tanto no modelo de negócio, quanto na própria cultura organizacional. Exemplo disso empresas como Netflix, Uber, Nubank, e outras, estão despontando e provocando uma alta no surgimento de modelos de Startups.

Todos contribuem para o negócio andar

A gestão colaborativa é aplicada como uma “regra” dentro das Startups. Não se tem o modelo tradicional – de gestão coletiva – na qual a hierarquização e a pirâmide é bem definida, atribuindo a cada um sua função, com uma flexibilidade limitada e decisões concentradas no topo. Nessas novas organizações, todos os funcionários tem poder de decisão (e isso é deixado bem claro). A opinião de todos é levada em conta, e isso é feito com o objetivo de inserir e mostrar que eles são importantes no processo.

Além o modelo de gestão explicado acima, com o surgimento das Startups, emergiu também o conceito de Design Thinking. Nela, encarar as coisas com empatia, colaboração e experimentação, mostra o cuidado com as pessoas, e agrega valor ao negócio. Procurar sentir o que o outro sente em determinadas situações, e propôr ideias focadas nessa experiência, traz pro cliente facilidades pra sua vida e momentos inovadores.

A cultura organizacional é linearizada dentro dessas novas empresas, o que resulta em um ambiente interno bem diferente do visto comumente. Geralmente é criado um lugar no qual os jovens sintam-se confortáveis, estimulando a inovação e a inter-relação entre os mesmos. Em algumas empresas há locais para tomar ceveja, café, ambiente de jogos, tudo com objetivo de retirar o status que o trabalho é um ambiente formal, deixando mais leve pro funcionário trabalhar “em casa”.

DENTRO DA NETFLIX

A formalidade não é bem um foco nas Startups; A imagem mostra o desenvolvimento de conteúdos voltado para as crianças

Trazendo o assunto para exemplificar, a Netflix é uma empresa interessante para mostrar como é internamente uma Startup. Dentro da empresa os funcionários tem total liberdade, desde a tomada de decisão a organização de suas mesas. O ambiente é colaborativo, sendo comum ver pessoas participando do trabalho das outras. E um fato curioso,  caso o funcionário não queira deixar seu animal de estimação em casa, não tem problema, a empresa libera a entrada de pets (desde que não atrapalhe no trabalho).

A Netflix é uma provedora global de séries e filmes via streaming, e lógico que não poderia faltar algo relacionado a isso. Dentro da empresa há uma grande sala de conferência para reuniões, porém toda série inédita, passa antes nesse “cinema” para depois ser lançada na plataforma.

CONCLUINDO…

É necessário que as empresas tradicionais se moldem ao tempo e a geração que está chegando. Dois pontos são interessantes para explicar e solucionar o “atraso” dessas organizações.

  • Inspirar-se nas Startups no sentido da linguagem e na adaptação do ambiente, com o objetivo de atrair os novos talentos, gerando no futuro potenciais gestores dentro da organização;
  • Focar na inovação como a principal arma dentro do mercado. Empresas que têm o aperfeiçoamento como cultura, consegue estar sempre à frente da concorrência, gerando um diferencial competitivo.

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Tiago Xavier

É graduando em Administração na UPE, e escreve com um enfoque voltado a inovação e aprendizado.