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Soft Skills – destaque é bom e todo mundo gosta

Todos os anos o mercado de trabalho avança diante das novidades trazidas pela alta velocidade de informação e a forma como métodos, processos, tecnologia, costumes e vivências vão surgindo e se reinventando. Você certamente já ouviu por aí que “No mercado de trabalho, quem se destaca sai na frente”. Não e sim. Pode parecer paradoxal, mas essa expressão ficou no passado (se analisada do ponto de vista da competição corporativa) e isso porque a proposta de colaborativismo que o cenário do novo mundo pede já mata a ideia de competição puramente técnica. Mas o que raios é “soft skills”? É de comer? Onde vende?

Que troço é Soft Skills?

O mercado de trabalho não contempla mais apenas quem detém conhecimento e capacitação técnica para determinada função. Currículo recheado, cursos, MBA, pós-graduação, intercâmbios e afins não são mais suficientes no campo empregatício. Quem busca uma vaga em empresas de porte e antenadas com o futuro, precisa se atentar às habilidades e competências de cunho profissional, relacionadas à aptidão mental, emocional e social. E desenvolver isso é essencial não apenas para o ambiente mercadológico, mas igualmente para o ecossistema vital como um todo.

Por que dar atenção às soft skills – “o que eu ganho com isso?”

Já é fato que a produtividade tem visível crescimento em uma organização quando as necessidades e questões relacionadas ao bem-estar dos colaboradores desta são amparadas. Em estudos recentes, desenvolvidos pela pesquisa sobre Felicidade e Produtividade da Universidade de Warwick, os funcionários satisfeitos produzem 12% mais do que os demais. Entre os fatores que levam ao crescimento da produtividade, estão as relações interpessoais entre funcionários e a capacidade individual e grupal, de resolução de desafios e /ou problemas. Isso nos leva e perceber que ter a interação e relacionamento bem resolvidos dentro de uma corporação, torna todo o processo um tanto mais lucrativo e faz com que as empresas priorizem por candidatos mais preparados não apenas tecnicamente, mas também emocional, social e psicologicamente.

Hard skills X soft skills – quem vence?

Ferramentas, processos e mecanismos profissionais de proposta técnica, são conhecidas como hard skills. Treinamentos, cursos, workshops corporativos e direcionados nessa linha são facilmente compreendidos e captados. Por isso é mais fácil adquirir conhecimento técnico que desenvolver soft skills. Ou seja, é importante evitar aquele “ranço” do colega de trabalho chato (que incomoda com aquelas piadas clichés e que não coloca fone de ouvido pra ouvir aquela brega que você odeia) e começar a buscar inteligência emocional para lidar com ele. Ninguém tá falando aqui pra trazer flores pra ele, mas encontrar uma didática mais humana e empática de lidar com a questão seja uma boa solução para aprender a conviverem melhor entre si. Ninguém precisa vencer mais uma disputa se ela de fato, não houver sido estabelecida pela empresa (e se mesmo numa competição interna houver alguma dúvida sobre o respeito à integridade alheia, desconfie, obviamente). Colaborar com o colega ajuda no rendimento geral da equipe e da marca; isso é de interesse de todos e você também sai ganhando, no fim das contas.

Menu de candidatos – o que as empresas procuram

Uma pesquisa global do Capgemini Digital Transformations Institute, de 2017, 60% das empresas enfrentam crises de soft skills atualmente, com seus funcionários. Também foi revelado que a busca por profissionais que apresentam soft skills além do que já é comumente esperado, vem aumentando. Temos aqui, com base em 1.250 executivos analisados pela referida pesquisa, a porcentagem de habilidades que as empresas buscam:

  • Atenção ao Cliente (65%): prestar bom atendimento e dedicação à satisfação do cliente;
  • Colaboração (64%): cooperar com a equipe e/ou nas rotinas de trabalho;
  • Desejo natural por aprender (64%): pensar “fora da caixa” e buscar novos conhecimentos;
  • Habilidade Organizacional (61%): conhecimento gerencial necessário para compreender a complexidade da organização e direção a soluções.

Além dessas pautas, comunicação efetiva, cooperação com o time e relacionamento interpessoal, equilíbrio emocional, contínuo da eficiência sob pressão, flexibilidade e adaptabilidade são questões atreladas a bom desempenho com relação a soft skills.

Como desenvolver soft skills

Duas dicas sucintas e práticas ajudam muito: Autoconhecimento – o mínimo que se espera de um ser humano é que este busque se autoconhecer e desenvolver suas plenas capacidades face a essa descoberta pessoal. Isso envolve não apenas questões mercadológicas e interativas, mas também cognitivas e variações inteligentes em diversos campos. Tem gente que domina matemática e cálculos, mas não é tão bom em física e precisa se autoconhecer para descobrir isso, por exemplo.

Feedback / estímulo – aprender a ler (e também pedir) feedback ajuda bastante. O gestor também pode optar por algum mecanismo métrico ou coordenativo, que leia, analise e aponte os pontos fortes relacionais e ligados às soft skills como um todo. Os feedbacks e estímulos recebidos de acordo com as atitudes durante no ecossistema mercadológico contribuem para desenvolvimento e aperfeiçoamento das cultura e sociabilidade organizacional, o que trará sempre melhores resultados e mais produtividade.

Entender e conceber de forma clara a necessidade e viabilidade das soft skills é caminhar de mãos dadas com as novas práticas do mercado. Estar preparado e apto à questão, é andar de mãos dadas com o futuro.

#FoqueEmCrescer.

 

 

 

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Eric Frantto

Eric Frantto

Designer, publicitário, ilustrador, tatuador, hipster; apaixonado por gente e Cultura Pop. ••••• Para mais informações, (81) 98543-3934 / WhastApp.