O profissional do futuro precisa surfar para acompanhar o mercado

Escrevo sobre este tema a partir de reflexões e uma conversa em ambiente informal com amigos próximos, cada um formado em uma área distinta. Falávamos sobre mercado de trabalho, oportunidades e cenários futuros, quando um deles me passou este link sobre o profissional do futuro. Após ler, tive que concordar, e mesmo me questionar:

Estou preparada para ser uma profissional do futuro?

O que fazer, para onde ir?

Por onde começar?

Transformação digital

Algumas pessoas ainda não perceberam a velocidade como as profissões e os profissionais têm mudado rapidamente e se adaptado ao novo. Recentemente estive em um evento sobre Transformação Digital nos Negócios, promovida por uma empresa referência no setor de monitoramento em Recife. Na ocasião, foram convidados vários diretores e executivos com poder de tomada de decisão em empresas, além de profissionais de alguns setores.

Uma das questões levantadas para o grupo de empresários foi: por que insistir em manter as coisas, o funcionamento, como o de sempre? E a resposta foi: é preciso se abrir para a transformação que acontece, para o novo. É uma realidade. Além disso, uma série de tendências foram apresentadas por um futurista, um profissional cujo foco é estudar e tentar perceber como será a evolução das coisas em uma a duas décadas, apontando tendências e prevendo possíveis cenários.

Processo de inovação: uma realidade

Já nos deparamos com uma automação de diversos trabalhos, fruto de uma realidade iniciada há pouco mais de uma década. Ou seja, as atividades repetitivas vêm sendo cada vez mais substituídas por máquinas. Logicamente isso resultou em demissões e adaptações, como parte de um processo evolutivo natural que desde em que a Terra é Terra, ocorre.

Este processo foi descrito pelo economista Joseph Alois Schumpeter, que, no início do século XX, refletiu como o processo de inovação aconteceria em “ondas”, que surgem e desaparecem após períodos de tempo cada vez menores. Com o advento da internet, este processo tem se acelerado mais e mais. Atualmente, vivenciamos a 5ª onda, desde a década de 1990, que envolve a consolidação de redes digitais, softwares e novas mídias, e deve ser finalizada em 2020.

Fim das barreiras?

Considerando este processo, naturalmente os profissionais precisam acompanhar este ritmo e também evoluírem. Vamos usar um exemplo: se antes, um profissional de jornalismo chegava ao mercado buscando uma posição dentro de um veículo de comunicação como forma de atuação e opção, com o tempo outras áreas similares e dentro do nicho da comunicação também passaram a absorver este profissional.

Ele pode ser um assessor de imprensa, um gestor de comunicação, atuar liderando equipes no setor de marketing e estratégia e também no mundo digital, por exemplo. Percebe-se então uma tendência à fluidez, de colaboração entre áreas. E para manter-se no mercado, este profissional deve ficar atento ao que acontece à sua volta.

É fato escutar pessoas de todas as áreas queixando-se da profissão, mas que não acompanham este ritmo evolutivo dentro da própria área. Muitos setores se adaptam para as novas possibilidades da internet e os negócios digitais.

Como se preparar?

Acredito que um bom começo é ser um profissional multidisciplinar e menos branco no preto, preto no branco. Ok, você tem uma formação, mas isso não quer dizer que não possa explorar outros segmentos e áreas, continuar buscando novos conhecimentos técnicos ou começar algo novo. A palavra “adaptação” poderia resumir este tópico. Se não se adapta, será mais difícil manter-se acompanhando esta onda que vivemos.

Uma coisa que tenho percebido em algumas empresas e já comentei aqui quando falei de coworking é como as equipes de trabalho estão multidisciplinares e colaborativas. Entendo isso como um movimento normal dentro da Economia Criativa, outro tópico que também já falei aqui no blog. E naturalmente, o senso analítico do profissional deve ser apurado, olhos e ouvidos sempre atentos, de olho em tudo o que acontece.

O que você tem feito para surfar nesta onda e manter-se atualizado?

Todas as peças estão aí, basta que a gente nade e acompanhe o fluxo do que tem acontecido 😉

 

 

E-COMMERCE: o mercado de OPORTUNIDADES

 

A internet auxilia e altera nosso dia-a-dia ao facilitar tarefas corriqueiras desde a troca de e-mail a contratação de pacote de viagens. E, não apenas isso, também proporcionou o modo como as pessoas realizam transações por meio da conveniência que possibilitou o crescimento de compras cada vez mais acentuadas pelas páginas virtuais, oferecendo assim uma excelente oportunidade para disponibilizar produtos ou prestação de serviços.

Desta premissa, o ciberespaço permite a utilização desse meio para tornar pública sua marca. É um ambiente amistoso uma vez que não exige noções específicas para apropriar suas ferramentas, a:

Ausência de conhecimento especializado em tecnologia não inviabiliza, de forma alguma, a montagem de um empreendimento bem sucedido, pois (…) a tecnologia deve ser um meio e não o propósito de seu negócio (FELIPINI, 2010, p. 11).

 

Ainda segundo Felipini (2010), com o surgimento recente de montagem de empreendimentos virtuais, é notório que esse ambiente, recém-explorado, ainda não está plenamente difundido. Um microempreendimento atuante em um negócio na internet possui a facilidade ao corrigir erros diferentemente de empresas tradicionais, pois, permite-se a aceitabilidade do que é anunciado, avaliar as condições de mercado e, somente após, vender.

Os números de negócios on-line no Brasil são extremamente positivos. Trata-se de uma área de atuação responsável por um faturamento estimado em R$13,6 bilhões, segundo pesquisa realizada em 2010, pela empresa Ebit que registra o pulso do e-commerce. Estes levantamentos resultam em uma excelente ferramenta tendo-se em vista o pouco tempo de atuação no comércio eletrônico, obtendo-se uma forte tendência de crescimento. Segundo esta mesma pesquisa, em 2001 havia um investimento de meio bilhão de reais para R$13 bilhões de reais, em 2010; um crescimento de mais de 2.300% em apenas uma década (FELIPINI, 2010).

Esta mesma pesquisa, que impulsiona a amostragem de levantamento de dados tão expressivos, remonta-se ao alto crescimento no número de consumidores on-line que saltou de um milhão em 2001 para 23 milhões em 2009, segundo eBit. São consumidores que adotaram essa nova forma de comercialização, vão comprar cada vez mais e ocuparão destacado espaço na economia brasileira, visto que o ciberespaço estimula não apenas o intercâmbio de informações, mas também,

A Internet não é uma rede de computadores, mas sim uma rede de pessoas conectadas através de computadores, ou seja, as máquinas e o software que a fazem funcionar não são um fim em si mesmo, são o meio através do qual você vai chegar até seu cliente (FELIPINI, 2010, p. 11).

 

De acordo com o mesmo autor, se o negócio implantado na Internet for baseado em um negócio com experiência e identificação nessa área, estas condições possibilitarão inúmeras vantagens, pois servirá para implantar e gerenciar numa área de atuação de interesse sem perder tempo em termos de aprendizagem, executando tarefas com mais agilidade do que um iniciante.

Conforme Felipini (2010), outras vantagens conferidas a quem faz uso da Internet em relação a empresas físicas é que, por mais que sejam cobrados os mesmos tributos (já que para Receita não importa o canal de comercialização e sim o produto), o empreendimento na internet demanda investimento, desembolso de recurso, investimento e custo operacionais menores, condições excelentes a quem empreende e dispõe de poucos recursos.

Deve-se levar em consideração que, ao investir em um empreendimento comercial físico, está se investindo e adquirindo o benefício de expor a loja junto ao público que à frente dela passa; numa loja virtual, para que os internautas tomem consciência de sua existência, necessita-se de um grande esforço promocional para visibilizar e tornar pública sua oferta, finaliza o teórico.

Ainda a despeito das vantagens conferidas ao negócio virtual, a infraestrutura necessária ao empreendimento é muito menor: basta uma escrivaninha, com livros, material para escritório e a imprescindível presença de um computador, a montagem de um plano de negócios, a criação da loja virtual e a estratégia promocional para gerar fluxo de visitantes à página. E, para a montagem e manutenção do site, um profissional na área de tecnologia que poderá contatá-lo pela internet, de forma rápida e esporádica (FELIPINI, 2010).

Para o empreendedor que, ao invés de abrir seu negócio em sua própria residência prefere inseri-lo virtualmente, vê-se a utilização de plataformas alugadas com fins a divulgar prestação de serviço e/ou venda de produtos seguida pelas redes sociais, como pode-se ver no gráfico.

Uma loja virtual da mesma maneira que uma loja convencional, busca oferecer um sistema de compras, interação com o usuário a fim de realizar uma transação comercial. Espera-se encontrar o que se procura, ser bem atendido, obter opções de pagamento para concluir o processo de compra rápido, fácil e agradável. A atenção que Felipini (2010) salienta é a exigência do consumidor on-line através das informações a que tem acesso, pois este consumidor sabe o que deseja ao realizar uma busca e sabe, exatamente, o que quer encontrar e como deseja adquiri-lo.

Nesta perspectiva, este pesquisador revela que, para ser bem-sucedido no ciberespaço, não é suficiente apenas oferecer bons produtos e bons preços, deve-se contar também com uma boa loja virtual para que as transações ocorram satisfatoriamente. A concretização da fase da compra será efetivada no modo como a loja persuadirá a realizar a transação e essa persuasão se dará por meio exclusivamente da qualidade do micro empreendimento, portanto, “uma loja virtual eficaz é aquela que consegue transformar seus visitantes em compradores” (FELIPINI, 2010, p. 26).

Conforme a análise descrita anteriormente, pode-se constatar no gráfico abaixo quais as plataformas mais usadas no ciberespaço bem como o percentual para a concretização de vendas online.

O autor ainda ressaltar que, para lidar com consumidores altamente exigentes e que sabem o que é bom pra si como usuários da web, além de tentar convencê-lo a efetivar a comprar, deve-se fornecer informações contextualizadas que o ajude a decidir. Assim, a vendagem do produto/serviço torna-se um objetivo secundário, pois o que importa serão o número de vezes que a visita retornará, maximizando o benefício oferecido a este que passa ser mais que um usuário da internet, passa a ser cliente.

Felipini (2010) ainda reitera ao concluir que o ciberespaço oportuniza a comodidade de ofertar e concretizar compras aonde quer que o usuário se encontre. Para esta facilidade, o consumidor on-line já está habituado a usar o meio virtual e sente-se seguro para realizar transações. Porém, a maioria dos internautas ainda não adquiriram o hábito de comprar on-line justificado pelo fato de terem nascidos antes do surgimento das lojas virtuais pois já estavam condicionados à compra via loja tradicional por meio do atendimento de um(a) vendedor(a).

Deste modo, a fim de angariar uma nova parcela deste público, um dos objetivos a serem alcançados pela loja virtual é de criar um ambiente que favoreça e transmita credibilidade através de fornecimento de informações claras e objetivas, garantias, depoimentos de cliente, entre tantos outros indicadores, defende Felipini (2010).

As lojas virtuais possibilitam o cliente romper a inércia deste adiar a comprar. O visitante ainda sente-se inseguro ao efetivar alguma transação via web por mais que seja muito bem informado e tenha discernimento para saber do que precisa e como proceder para adquirir um produto ou prestação de serviço que o satisfaça, conclui o autor.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

FELIPINI, Dailton. Empreendorismo na internet: como encontrar e avaliar um lucrativo nicho no mercado. Rio de Janeiro: Brasport, 2010;

O QUE você precisa saber sobre comercio eletrônico. SEBRAE. Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/o-que-voce-precisa-saber-sobre-comercio-eletronico,b3ab55a4873c4410VgnVCM1000003b74010aRCRD>. Acesso em: 21 de Out. 2010

CONVERGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO

   A comunicação necessita muito da discussão, enquanto a convergência (Termo relativo para característica técnica de nova tecnologia de múltiplas funções de linguagens em um único aparelho.) Adquirindo espaço tanto na prática quanto na teoria da vida social.

   As diferentes plataformas de meios de comunicação leva o acesso a informação com rapidez e precisão,​ mediante ao interesse interligado cujo assunto do momento seja de sumo interesse do usuário.

  “As grandes velocidades substituem as grandes extensões” (VIRILIO. Paul. Pág 139, 1999).

  Permite a interação em tempo real com outros usuários posto de um mundo portátil, prático, instantâneo e multifuncional da comunicação digital sobrepondo novos avanços nos setores políticos sociais da vida humana. Referindo a todas as ações recíprocas e entre dois, ou mais indivíduos durante as quais há compartilhamento de informações.

   Citando autor francês Pierre Lévy, As novas formas de interação através do ciberespaço permitem o desenvolvimento de uma “inteligência coletiva” (Lévy, 1998) em constante construção este novo espaço virtual atua como um “universal sem totalidade” (Lévy, 1999).

  O futuro da comunicação está indeferido, assim como a rede de computadores interconectados, transformar o “dilúvio informacional” existente nos diversos endereços eletrônicos, efetivando como um grande desafio para a humanidade.

Continuar a ler “CONVERGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO”

A “Dama de Ferro”

Ter a chance de conhecer outro país é, sem dúvida, uma oportunidade que a gente abraça enquanto sonha em viver novas experiências e conhecer novas culturas. Quanto mais próximos da viagem, mais ansiosos ficamos, mais coisas separamos para levar nas malas e mais conversas sobre passaporte, visto e alfândega temos! Só depois percebemos que pouco refletimos sobre a história local. Pensando nisso, começaremos nosso circuito fincando a primeira bandeira no continente europeu, mais especificamente em Paris, na França!

A Torre Eiffel

O principal símbolo da França é a Torre Eiffel. Mas qual é a sua história?

Também conhecida como a “Dama de Ferro” que possui 303 metros de altura e pesa cerca de 10.000 toneladas, a Torre levou o nome do seu construtor, Gustave Eiffel, e foi erguida para comemorar os 100 anos da Revolução Francesa na Exposição Universal de 1889. Ela precisou de um pouco mais de 2 anos para ficar pronta, representou uma proeza técnica e arquitetônica francesa e tornou-se um ponto culminante da Era Industrial.

Inicialmente, a Torre Eiffel não duraria muito, mas foi através de experimentos científicos encorajados por Gustave, que ela não só foi usada para as primeiras transmissões de rádio em 1898, como serviu de rádio militar em 1903 e para a primeira rádio pública em 1925. Depois de junho de 1940, período em que ocorreu a invasão Nazista à França, Hitler visitou Paris e conheceu o monumento, entre outros pontos turísticos. É possível assistir tudo neste vídeo:

A partir da década de 80, o monumento passou a ser restaurado regularmente para receber um público que era cada vez mais numeroso. Além de ser belíssima à noite, trajando uma iluminação espetacular, pode ser multicolorida se estiver homenageando alguma coisa ou alguém (como os atentados que ocorreram no final de 2015 que levaram a Torre a vestir luzes nas cores da bandeira da França em homenagem às vítimas).

Segundo o site oficial do monumento, quase 250 milhões de visitantes de todos os lugares do planeta já tiveram a oportunidade de visitar a Torre Eiffel desde sua abertura oficial, em 1889. Muitos deles pagam para subir e ver a cidade através de uma vista deslumbrante! Os mais tradicionais, entretanto, costumam dizer que não é interessante, já que você não pode vê-la. Cerca de 7 milhões de pessoas visitam o local por ano. Destes, 75% são estrangeiros (sendo 3,3% deles brasileiros), o que faz dela, o monumento pago mais visitado do mundo.

Turistando

Dizer que se você vai à França, precisa conhecer Paris é tão clichê quanto: “Se você for à Paris, precisa conhecer a Torre Eiffel!”. Com estas informações, visitar o monumento agora deixou de ser apenas um lugar para um selfie e tornou-se uma área cultural de histórias e acontecimentos que merece atenção.

A França é um país que tem fronteira com a Bélgica, Alemanha, Suíça, Itália e Espanha. Portanto, se estiver visitando algum destes lugares, vale a pena pegar um trem, um avião ou até mesmo um ônibus (para quem tem mais tempo e disposição) e seguir para este país que conta com tantos pontos turísticos, estando entre eles: a Catedral de Notre-Dame, o Museu do Louvre, o Palácio de Versailles e a Champs-Élysées, uma das avenidas mais famosas do mundo!

A maneira mais barata de circular na cidade é usando o metrô. Em Paris, há diversas formas de chegar na Torre Eiffel, sendo a estação “Trocadéro” a mais recomendada, já que você sai de frente para o “Jardins du Trocadero”.

A vista reservada aqueles que sobem na Torre Eiffel é singular! De contrapartida, visitar a Catedral de Montmartre pode ser a solução para os mais tradicionais (falaremos dela noutra postagem!), já que fica numa altura considerável em relação à Paris, você não paga nada pela vista e pode ver o símbolo da França em destaque na paisagem da cidade!

O funcionamento da Torre Eiffel vai das 9h30 às 23h no inverno e das 9h às 0h no verão, todos os dias. Você pode comprar a entrada no site oficial (http://www.tour-eiffel.fr) ou direto nos guichês. Vale lembrar que os tickets só servem para o dia da compra e a fila local costuma ser grande!

 

Fonte: http://www.toureiffel.paris/

A Didática de Ensino como Ferramenta da Educação Corporativa

O termo Educação Corporativa é relativamente novo. Também chamada de Educação Empresarial, é quando a organização laboral estabelece um processo de ensino-aprendizagem, para obter, manter e disseminar conhecimentos. Se trata de uma alternativa para a empresa manter seus recursos humanos sem precisar recorrer à terceirização de instituições.

O Departamento de Recursos Humanos tem importância no processo de qualificação de pessoal. Isso porque a Educação Empresarial é definida como uma prática coordenada de gestão do conhecimento, em uma estratégia de longo prazo. Educação corporativa é mais do que treinamento empresarial ou qualificação de mão-de-obra. Trata-se de articular coerentemente as competências individuais e organizacionais no contexto mais amplo da empresa.

A maioria das ações de educação corporativa hoje é realizada dentro das próprias empresas, seja em salas exclusivamente dedicadas a esse fim ou nos espaços disponíveis como salas de reunião ou espaços para conferências. Hoje, a maior parte das ações de educação corporativa é voltada para o público interno das empresas. São eles os colaboradores, de todos os níveis, cargos e com diferentes tipos de experiência profissional.

A Educação Corporativa, embora seja mais para o público interno de colaboradores, também pode atingir o público externo (famílias dos funcionários, fornecedores, clientes e a comunidade). Estudos afirmam que até 70% do corpo de treinadores é formado por gestores da empresa, o que representa economia e a valorização do relacionamento dos profissionais. Quando um gestor ensina, além de se aproximar dos colaboradores pelo compartilhamento de experiências e pela instrução profissional, ele sente que a empresa valoriza sua bagagem profissional e que ela é valiosa o bastante a ponto de ser compartilhada.

Uma empresa que investe em educação corporativa, além de sair na frente de seus concorrentes por se preocupar com um fator tão importante como a capacitação de seus colaboradores, acaba recebendo um retorno imenso em questões como motivação, engajamento e produtividade. Treinar e desenvolver os colaboradores, integrando-os na cultura da organização, traz a motivação, pois o funcionário se sente valorizado, ao sentir que a empresa se preocupa com o seu crescimento.

Existem sete princípios que são norteadores para o desenvolvimento do processo de educação corporativa. Competitividade, perpetuidade, conectividade, disponibilidade, cidadania, sustentabilidade e parceria. Esses princípios, inclusive, são norteadores do processo de ensino-aprendizagem.

E onde entra a Didática de Ensino ?

A Didática é um dos ramos de estudos da Pedagogia. Trata-se de uma disciplina fundamental nos cursos de formação de professores e instrutores, também sendo uma ferramenta para o Mundo Corporativo através dos treinamentos nas empresas. Outra possibilidade é a chance mercadológica de ensinar em cursos técnicos, graduação ou especialização. Várias áreas do conhecimento pesquisam o desenvolvimento humano aplicado à Pedagogia, como: Filosofia,Sociologia, Psicologia, Antropologia, História, Política, Estatística, Biologia, Teorias da Comunicação, entre outras;
Por conta da instabilidade dos currículos fechados, acabados e prontos;

O debate nos conceitos de mudança e de aprendizagem, aplicados ao mundo corporativo, se esclarece em uma abordagem sociológica e psicológica, na aplicação de suas contribuições dentro da produção de saberes e conhecimentos. O que isso significa? Que a mudança não é um fator de aprendizagem, mas sim um catalisador de oportunidades para, aí sim, promover as aprendizagens necessárias dentro do mundo organizacional.

Dentro da Didática de Fnsino, em especial na Aprendizagem Corporativa, tem uma área específica de estudo: A Andragogia. Ao contrário da Pedagogia, que estuda a educação de mentes em formação, como as de crianças e adolescentes, o desenvolvimento andragógico enfatiza a educação de pessoas com o cérebro formado. Termos como a Necessidade do Saber, o Autoconceito do Aprendiz, as Experiências de Vida, a Prontidão em Aprender e a Motivação são fatores-chave para o ensino de adultos.

A partir do momento em que as organizações empresariais formularem um novo olhar para a qualificação de seus recursos humanos, forma-se um jogo onde todos ganham: empresa, funcionários, fornecedores, clientes e comunidade.

Seguem sugestões de livros sobre o assunto:

Educação Corporativa. Muitos Olhares – Maria Eboli ( Ed. Atlas)

Educação Corporativa – Marcos Baungartner (Ed. SENAC)

Educação Corporativa e Aprendizagem. As Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento por Eleonora Jorge Ricardo (Ed. QualityMark)

Educação Corporativa e Educação à Distância – Eleonora Jorge Ricardo (Ed.QualityMark)

EU SOU UMA MARCA: Construa seu Branding

“Em minha calça está grudado um nome 
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés”.

Poeticamente Carlos Drummont de Andrade, em 1984, já chamava atenção para questão da marca. Sempre escuto a seguinte frase, “a propaganda é a alma do negócio”, “ quem não divulga não vende”… Na sociedade pós-moderna, quem não está presente nas redes sociais, no mundo virtual não é visto. Logo, quem não é visto, não é lembrado. Isso vale tanto para empresas como para profissionais. Pode ser que a ideia da sua marca, está resumidamente atrelada a seu currículo tradicional com informações pessoais, objetivos, formação, experiências, cursos. Editado apenas numa lauda, configurada no word, com patrões estabelecidos pelos gestores de RH. Coloca foto ou não? Pode isso? Pode aquilo? e assim, não conseguimos definir uma MARCA PESSOAL OU PROFISSIONAL.

“…são mensagens, 
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência, 

costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do merca
do…”

Sugiro ao caro leitor, buscar uma formação para  fazer o seu Branding.  Fazer a gestão da sua marca. Isso pode ser de forma isolada, ou buscando ajuda de profissionais especializados nas áreas de Animação 2D e 3D, Cinema, Design de Joias, Design Gráfico, Empreendedorismo e Inovação, Game Design, Jornalismo, Marketing e Publicidade. Irão ajudar a criar a sua imagem de marcar, produtos e organizações. Fazer o correto alinhamento de objetivos pessoais, organizacional ao público alvo. Portanto, convido a conhecer a Expolab, uma Escola de Educação criativa, que tem toda especialidade necessária para ajudar você a se posicionar no mercado, e construir sua marca. Só assim, você sairá de um currículo tradicional para um bastante moderno, com mais possibilidades de posicionamento no mercado de trabalho. De que forma a EXPOLAB pode te ajudar?

Você já leu historias em quadrinhos?

Quando se fala em quadrinhos, o que vem à cabeça de muitas pessoas se resume a Super-heróis, Marvel, DC Comics, e com isso, acabam associando a algo que só crianças fazem ou utilizam-se do estereótipo do “nerd inseguro”, no maior estilo “The Big Bang Theory” mas não, quadrinhos vão muito além disso, caso não saiba, é nomeado também de nona arte.

Na França, a cultura de quadrinhos adultos já é disseminada e muito respeitada, de lá saem inúmeros clássicos, e no ano de 2009, a França inaugurou seu primeiro museu de histórias em quadrinhos. Continuar a ler “Você já leu historias em quadrinhos?”

Imagem e ação, imagem é ação! – A importância do uso da imagem na produção de campanhas publicitárias

Fala meu povo lindo da terra mágica das propagandas, tudo certinho com vocês? Então, fazia um tempo danado que a gente não se encontrava, mas cá estou eu novamente. Simbora pro tema do artigo que se deixar eu vou querer tomar 03 cafés com vocês e conversar sobre signos.

———————————————————————————————–

O que seriam das campanhas publicitárias sem imagens? (Não seriam). E você pode até pensar – Ah Carlos, mas e as campanhas de rádio? – Então, até em anúncios cujo único veículo de contato com o público alvo é o áudio, acredite, mentalmente diversas imagens são formadas. Mas vamos focar em campanhas cujo foco é de fato o visual, mídia on e off, digital e impresso.

Imagem vem do latim (imago) e significa a representação gráfica de uma pessoa ou objeto, para nós, de uma ideia ou conceito. Através da imagem conseguimos fazer com que a redação de um anúncio seja compreendida pelo público alvo de maneira mais ampla de forma que surta efeito emocional. Ao somar texto e imagem (sendo essa fotografia ou vídeo), tornamos a experiência do ouvinte um tanto sinestésica e dessa maneira o atingimos não apenas por um sentido, mas por vários.

Imagine por alguns segundos se não houvesse imagens nem cores em todo material publicitário do mundo. Imagine uma imensidão de brancos, imagine as prateleiras dos supermercados repletas de produtos impossíveis de diferenciar, imagine agora o seu produto perdido num mar e outros produtos sem nenhuma possibilidade de destaque, sem dialogar com os consumidores, sem chance de competição. Ok, momento “pânico no lago” já acabou, voltemos ao mundo real.

Queria só dar um susto mesmo, de maneira que a gente possa compreender a importância gigante que tem o uso da imagem em cada criação. Para além disso é preciso escolher bem o material gráfico que será utilizado a fim de que este tenha qualidade e converse com a proposta e conceito da campanha. Mas nem sempre é um trabalho tranquilo encontrar imagens boas no vasto mundo da internet e por isso mesmo vou finalizar este artigo lindo de  Carlinhos deixando uma lista de 07 bancos de imagens gratuitos onde vocês podem caçar materiais para usar e abusar em suas criações. Confere abaixo esse mimo:

  1. Pexels
  2. pixabay
  3. Free Stock Photos Bank
  4. Free images
  5. Free pik (até parece que nunca usaram né?)
  6. Morguefile
  7. RGB stock

Rápido, indolor e usual. Hoje eu só queria dividir com vocês essas maravilhas de banco de imagens que facilita um bocado a nossa vida. Curtiu? Então compartilha porque logo, logo tem mais. Peçam conteúdos, sugiram, estou às ordens! Beijo do Carlitos pra vocês e até a próxima.

 

EMPREENDEDORISMO E CRIATIVIDADE

O empreendedorismo estimula a criação de desenvolvimento de novas possibilidades de gerenciamento de negócios. Estes negócios permitirão agregar, junto ao público, o surgimento de microempresas com fins a alcançar seus objetivos de permanência no mercado bem como a satisfação de seus clientes com um aparato inovador. A oportunidade, ora identificada pelo empreendedor em seu negócio, refere-se a uma necessidade de mercado com vistas à criação de produtos/serviços que satisfaçam uma demanda. A ideia de investir em uma necessidade até então nunca explorada, ou atuar de modo diferenciado em um ramo cuja concorrência não atenda corretamente às necessidades da demanda é uma opção de o empreendedor promover sua inserção no mercado (SILVA, 2003).

Não se contentar com apenas uma ideia é o que este autor afirma ao concluir que a mais adequada virá à tona quando houver mais que uma para escolher. Esta é premissa básica a quem pretende exercer função criativa.

Segundo Chér (2014), trata-se de uma maneira diferenciada de competição na atuação de mercado e, esse modo em lidar com produtos e/ou serviços, está diretamente ligado ao encantamento do cliente numa prospecção em participar da parcela do mercado com seu negócio.

Dentre os diversos obstáculos encontrados dentro do ramo de negócios, adotar a criatividade como obtenção a gerar diferencial competitivo, parte como estratégia com a finalidade de não apenas satisfazer necessidades/desejos de seu público. Há o desejo de superar expectativas sob o ponto de vista de um posicionamento adequado ao desenvolvimento de novos produtos, atraindo preferências, encontrando soluções inovadoras a problemas com a quebra de paradigmas resultando em mudança de comportamento, desta Silva (2003).

Ainda segundo este teórico, as empresas que adotarem a inovação partindo da premissa em extrapolar a satisfação de seus clientes, ganharão espaço no mercado e, sobretudo, na preferência no gosto de quem os cativou. Assim, inovar estimula a economia e descobertas são geradas por meio desse processo que auxilia conhecimento em produtos ou serviços que atenderão a necessidades e desejos. E, mesmo a inovação sendo capaz de transformar o desenvolvimento econômico em oportunidades de negócios, ainda é um assunto pouco explorado no âmbito empresarial; as empresas que sobreviverão serão as que desenvolverem o potencial criativo em detrimento àquelas que continuarem a fazer o que sempre fizeram.

Para Silva (2003) a forma como a microempresa é conduzida é crucial à obtenção de resultados pois ao ser bem administrada, a inovação cria subsídios para geração de negócios e, consequentemente, gera empregos.

Para Chér (2014), o que se deve enfatizar e destacar é que, para uma necessidade de mercado, há oportunidades identificadas que permitirão oferecer ao público os benefícios que estes aguardam receber.

Racionalmente, o investimento em inovações tecnológicas pode acarretar em desemprego numa política de eliminar postos de trabalhos com um aparato tecnológico que reduzirá a necessidade de mão-de-obra humana. Nesta perspectiva, a relevância em se trabalhar com um suporte inovador evidencia os atributos de um indivíduo capaz de tornar o criativo em um otimista, como ressalta Silva (2003).

Para o mesmo autor, para que o profissional atue no mercado a fim receber a lucratividade como consequência da implementação de serviços/produtos diante dos inúmeros concorrentes que lidam como o mesmo segmento, o empreendedor necessita de ferramentas que o auxilie e possibilite ser visto.

Silva (2003) destaca que nesse âmbito, defende-se que a criatividade e inovação como diferenciais competitivos são necessários para antecipar-se às mudanças que o mercado exige a fim de garantir e conquistar sua “sobrevivência”. A antecipação aqui defendida se refere ao modo como uma atitude estratégica, consonante a um contexto inserido, pode servir como valiosa ferramenta ao criar mecanismos de força e oportunidade como respaldo a fim de adquirir sobrevivência.

 

REFERÊNCIAS

CHÉR, Rogério. Empreendedorismo na veia: um aprendizado constante. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier; SEBRAE, 2014.

SILVA, Antônio Carlos Teixeira da. Inovação: como criar ideias que geram resultados. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003

Os coworkings são o futuro dos escritórios?

A palavra coworking vem sendo usada e falada com mais frequência. Me lembro que, pouco mais de dois anos atrás, eu comecei a escutar esta palavra na capital pernambucana. Para quem não sabe, o coworking é um conceito de um espaço atrelado às novas formas de trabalhos, e certamente poderão substituir os escritórios formais.

Como assim?

Lógico, ou esqueceu do que foi falado sobre Economia Criativa? Na verdade, com a explosão das startups e os famosos freelanceshome offices e jobs, a ideia de “trabalhar em um escritório” mudou, assim como os profissionais mudaram. Primeiro foi a história do “vamos fazer uma reunião naquele café”, que tirava a pessoa do ambiente – geralmente sisudo, dependendo do segmento do trabalho e da empresa – de trabalho, para um local novo e mais descontraído.

De acordo com estudo da área,  no começo de 2017 já haviam 210 mil pessoas circulando entre os 810 coworkings existentes no país.

Imagem ilustrativa de como funciona um coworking (Reprodução: Pexels).

O fim dos escritórios?

Esta nova forma de trabalhar, utilizando espaços mais fluidos,  estimula o intercâmbio entre áreas de atuação, que são repensados por grandes empresas. Afinal, mudar a rotina, conhecer pessoas novas da empresa e entender como se ajudar através de seus trabalhos é inspirador. E é isso que os coworkings proporcionam: inspiração para criar e inovar num ambiente próprio.

Benefícios           

Como falamos acima, criar/formar novas equipes, multidisciplinares, ajuda a propiciar um ambiente inovador de criação e networking. Outro ponto a ser levantado é não possuir as possíveis distrações que um home office possui – muitas pessoas possuem dificuldade em se concentrar trabalhando em casa, varia de cada um.

Os espaços são pensados para trabalhar, com opções de salas de reunião,  amplas e menores, onde os profissionais podem trabalhar juntos, com wifi gratuita, opções de café e lanche para consumo, além de endereço para escritório virtual. Neste link há uma lista de serviços que podem ser oferecidos neste espaço. Uma nova forma de pensar o escritório e fazer aquela reunião, não acha?

Onde achar no Recife?

Já existem alguns espaços em Recife onde é possível trabalhar desta nova forma. Tive a oportunidade de conhecer alguns, embora ainda não tenha passado o dia em um espaço desses, cujo custo da hora costuma ser a partir de R$ 8. Fazendo uma busca online, a imagem abaixo mostra que estes tipos de espaços já estão bem distribuídos pela capital. Certamente haverá algum perto da sua casa 😉

Resultados mostrados pelo Google Maps a partir das palavras “coworkings recife”

Os mais conhecidos são o Impact Hub, Nós CoworkingWork Hall e o Bunker. Então, que tal repensar sua forma de trabalho ou buscar inspiração em um ambiente multidisciplinar de networking?