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Design, pra que te quero?

Design? Designer? É o menino que faz umas artes bem rápido no computador é?

Ah se fosse apenas isso não é mesmo? Nunca se viu um conceito profissional tão presente na vida das pessoas e ao mesmo tempo tão confuso e às vezes até despercebido pela grande maioria delas. Mas vamos esclarecer um pouco toda essa história.

Na etimologia (origem da palavra) Design do inglês significa desenho, projeto.

No dicionário Aurélio, Design é a criação gráfica e esquemática que representa algo, especialmente tendo em conta sua estrutura física; planificação de algo a ser criado; desenho que parte de uma perspectiva estética e funcional; representação de algo com propósito específico (científico, econômico, industrial etc.).

Nesta perspectiva de definição não fica difícil perceber que Design não é simplesmente arte, pois esta tem caráter interpretativo – gerando diversas opiniões sobre o que se vê – o design não. Ele precisa ter a mesma interpretação por qualquer pessoa, pois tem um objetivo a atingir, uma meta para alcançar e sua funcionalidade depende disso.

Entende-se melhor analisando historicamente a necessidade do Design. No livro O que é Design? De Wilton Azevedo, coloca-se que antes da passagem do século a confecção de um objeto era função do artesão, que produzia objetos únicos (com o estilo único de cada profissional) e personalizados para clientes importantes. Com a Revolução Industrial surgiu a necessidade da produção dos objetos em série e de que estes não fossem apenas bonitos, mas que se adequassem a uma funcionalidade e a uma finalidade social de uso.

Design pode ser um processo? SIM! Algo que precisa de uma idealização, criação e desenvolvimento de uma ideia para solucionar uma questão ou um problema. Prova disso é o uso do chamado Briefing, que é uma ferramenta para analisar e investigar aspectos importantes para a concepção de uma ideia. Mas como assim, Bial?

Vamos lá!

Uma empresa solicita a criação de sua identidade visual. No Briefing terão informações como as necessidades da empresa, o perfil do público-alvo, o produto ou serviço a ser vendido, objetivos principais e qualquer outra informação considerada relevante. A partir daí todos os pontos serão desenvolvidos para o estudo e criação de ideias da marca empresarial.

3 critérios serão prioridade nesta análise:

Estética: recebemos informações mais rapidamente a partir do visual e uma aparência pensada e projetada corretamente pode chamar muita atenção.

Conceito: Conhecer a premissa e o conceito de uma empresa proporciona sua identificação mais rápida na hora de consumir.

Função: o projeto de Design também deve ser identificado por suprir a necessidade do consumidor, estabelecendo não só ligações de compra e venda, mas de troca de experiências.

Viu que não é só “umas artes”?! É claro que esse processo gráfico demanda tempo. Tarefas e correções serão feitas até chegar no resultado final. O projeto de Design é comunicar algo a partir do uso de traços, formas, texturas, cores e geometria.

Existem vários setores dentro do Design, afinal tudo precisa de uma forma, de uma planificação personalizada. Podemos conceituar alguns em termos simples por aqui:

Design de produto: criação de elementos físicos (cadeiras, luminárias, carros, etc).

Design gráfico: criação de produtos impressos (logos, folders, cartão de visita, etc).

Web Design:  desenvolvimento de sites.

Além do Design de moda, Design de interface, Design de jogos, Design de joias, Diagramador, 3D Design, entre outros. Como foi dito, tudo envolve o nosso querido e simpático Design!

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Alfredo Galamba