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Tudo bem não saber o que fazer… Quase ninguém sabe!

Feliz ano novo! Como é de praxe dizermos na primeira segunda feira após o carnaval. E não, este não é mais um texto genérico motivacional. É sim!

Você já parou para refletir em como algumas vezes, fazemos o que fazemos, simplesmente por condicionamento? É raro questionarmos se há algum ser, aqui dentro deste corpo, sentindo-se pleno e realizado, por exercer os seus dons. Ser coerente e alinhado com os próprios propósitos não é uma decisão que se toma, mas uma consciência que se tem, fruto de uma autoanálise regular sobre o que queremos e sobre o que estamos fazendo para obtermos o que queremos. Este papo não é sobre coach!

Pronto, basicamente, são esses os dois pilares para tudo em nossa vida. As dicas sobre autoconhecimento e produtividade nascem para auxiliar-nos nestes dois pontos. Tudo bem simples! Até acrescentarmos boletos a serem pagos, a situação política atual, o cuidado com a saúde mental que vai sendo adiado pela falta de tempo, insira aqui qualquer outra dificuldade pessoal etc. Continua bem simples? Claro! que não Até nos distanciarmos daqueles dois pilares iniciais e perdemos o foco dos nossos propósitos originais. Muitas vezes, se esforçar não significa se dar força, mas se forçar, em uma ânsia de algo que talvez não seja mais o que nós queremos. É como se ver andando em círculos, mas muito bem equipado, segurando um trevo de quatro folhas em uma mão e um livro de autoajuda na outra.

Recentemente, a vida me obrigou convidou a mudar em determinados aspectos. Eu comecei a fazer perguntas que atingiram o seu ápice, quando lembrei de uns infográficos extraídos do Pinterest, que uma colega uma vez me enviou. Eles mostravam aquelas fórmulas prontas sobre como atingir uma maior eficiência profissional fazendo isso ou como aproveitar melhor tal coisa fazendo aquilo. Mas, quem dera, viver com plenitude fosse uma receita de bolo! Que basta juntar tais ingredientes e pronto, não precisa levar em consideração tantos outros elementos. Eu desconfio de fórmulas por razões óbvias, porque o que funciona para um, não necessariamente funcionará para o outro. Sabemos que não existe isso de um único caminho das pedras. Mas quem nunca já se iludiu com isso, que pegue uma e atire!

A vida que queremos exigirá que paguemos um preço e a vida que não queremos exigirá que paguemos um preço, também. Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. Saber que o outro é a apenas a nossa referência para a autopercepção da nossa individualidade, e não o nosso fiel espelho, ajuda a gente a querer trilhar o nosso próprio caminho. Quando o outro é o nosso comparativo e a nossa medida de sucesso em algo, nos frustramos, porque sempre haverá alguém superior a nós em algum aspecto. O outro é importante, mas nós sempre precisaremos ser a nossa principal referência.

E no final, esquecemos de viver esse talento todo e de compartilhar a nossa própria riqueza com o mundo. É parecer cada menos e ser mais. É deixar de olhar para o caminho do outro e fazer a nossa própria trilha de pão, para que não nos percamos de nós mesmos. É não achar que se fizer “tudo certinho”, vai nos levar a conquistar aquela tão almejada pontinha do iceberg que o outro também tem e, o melhor, sem precisar passar pelos percalços que o outro passou no seu caminho. É deixar de confundir atalho com ilusão. Sem mais comparação, baixa autoestima ou sabotagem. Fácil? Não! E ainda por cima, vai pode dar tudo errado inúmeras vezes e está tudo bem com isso.

É preciso entender que o externo nunca será o nosso norte e indicador de performance, reconhecimento ou whatever (insira aqui o que mais tentou conseguir nos últimos tempos e julga ter fracassado). Eu vejo pessoas incrivelmente talentosas bastante frustradas, pois ainda não compreenderam que sem uma jornada interior de autoconhecimento profundamente bem vivida, não haverá meta alguma que as satisfaça externamente. Quanto mais perdido você se sente, mais está naquele momento limiar incrível que tanto esperou, para redescobrir aspectos importantes de si mesmo e para recomeçar a preencher a sua vida, com sentidos mais de acordo com a sua verdade atual. É mais uma mudança sobre a percepção das coisas, do que das coisas em si. Você não precisa dar certo… Você já é o certo que se deu. uau! Todos os dias e a cada momento. Falta apenas se ligar nisso 😉

2019 tem tudo para ser ótimo. E se não for, a gente pega ele!

“O sentido da vida é encontrar seu dom. O propósito da vida é compartilhá-lo.”
(Pablo Picasso)

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Lu Barbosa

Eu considero a comunicação como uma poderosa ferramenta, a ser usada na transformação da consciência e gerenciada com empatia. É através da escrita, que eu busco auxiliar outras pessoas a descobrir e exteriorizar o seu papel criativo no mundo. Me motiva fazer sonhos andarem por aí através das palavras. Para mim, um texto de sucesso é aquele que alguém lê e se sente melhor. Tem dado certo.