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Assessoria de imprensa e televisão de mãos dadas

A televisão ainda faz parte da maioria dos lares brasileiros e, consequentemente, de quem você está tentando conversar e está dentro do processo de convergência digital, sendo possível assistir a qualquer hora e lugar. O público quer ver e ser visto. Pautas mais humanas nas quais seja possível se enxergar na telinha é uma aposta do jornalismo televisivo, pois essa comunicação circular que permite o feedback imediato é inevitável e fundamental para a evolução.

É preciso entender sobre “valor-noticia”, aquilo que nos é ensinado desde o primeiro período nas faculdades de comunicação. Sem ele, a pauta cai: é necessário ser relevante, significativo e interessante para virar um fato noticioso. Isto depende da linha editorial de cada telejornal que possui diretrizes próprias e independentes. Desta forma é possível saber qual editoria o seu conteúdo será melhor veiculado e para quem “vender” o material. O fluxo de informações dentro das redações é ligeiro, então não adianta ligar ou mandar e-mail para todos. É preciso saber quem produz para o segmento que você quer e o horário em que esse trabalha, assim a comunicação será eficiente. Não adianta mandar “mimos”, pois na correria se perdem. Os jornalistas querem informações veiculáveis, não agendas ou calendários.

Compreender o processo para que o material chegue às telinhas facilitará o seu trabalho: primeiro a produção e os editores-chefes se reúnem para discutir o que pode ser notícia, para que assim os produtores possam apurar e marcar as pautas. Em seguida, a equipe de reportagem vai para a rua gravar com as fontes. Quando chega o material bruto, os editores de imagem e texto cumprem seu papel em afinar e finalizar o processo. Um verdadeiro trabalho em equipe. O primeiro filtro é realizado pela produção e é aqui onde você quer criar vínculos.

Os produtores e os assessores precisam andar lado a lado, especialmente em momentos de crise – vocês não são inimigos, o jornal precisa dar o material e seu cliente o posicionamento. Não fique indignado! Mantenha a calma e seriedade. O mal-estar gerado pode desgastar a sua relação com o veículo. Vale lembrar da importância de cumprir o deadline previsto, pois é a sua oportunidade de manifesto e de ser ouvido.

O objetivo do assessor de imprensa é divulgar, então esteja atento às mudanças, pois o ato de “comunicar” é cultural e volátil de acordo com as tecnologias que moldam o nosso comportamento. Os meios de comunicação são camaleões que se adaptam a partir dos obstáculos e desafios. O jornalismo está em constante evolução, pois o público é exigente e está cansado do padrão quadrado apresentado pela “velha mídia”. O seu papel como assessor de comunicação é sair da caixinha para conseguir emplacar o que é bom para o seu cliente e para o público-alvo do veículo.

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Eduarda Formiga

Eduarda Formiga

Jornalista, paraibana e curiosa.

2 thoughts on “Assessoria de imprensa e televisão de mãos dadas

  • Avatar
    18/06/2019 at 13:19
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    Super informativo e acessível! Boa explanação pra quem tem interesse em fazer parte do meio jornalístico e com o exemplo incrível de profissional, escritora e produtora que és!

  • Avatar
    18/06/2019 at 13:19
    Permalink

    Uma excelente leitura.

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